Beaumarchais

texto original e encenaçãoJorge Andrade / mala voadora
libreto, composição e direção musicalPedro Amaral
22 jun - 2 jul 2017
qua, 19h > qui - sáb, 21h > dom, 16h
Sala Garrett
A obra musical é uma encomenda da Fundação Calouste Gulbenkian.

texto original e encenação Jorge Andrade
libreto, composição e direção musical Pedro Amaral
música Orquestra Gulbenkian
pianista Joana Gama
maestrina assistente Rita Castro Blanco
com (intérpretes) Anabela Almeida, Bruno Huca, Isabél Zuaa, Jorge Andrade, Marco Paiva e Tânia Alves
cantores (1º elenco) André Henriques, Carolina Figueiredo, Eduarda Melo, Joana Seara, Luís Rodrigues, Manuel Rebelo, Marco Alves dos Santos, Pedro Cachado
cantores (2º elenco) Filipa Passos, José Bruto da Costa, Lucinda Gerhardt, Manuel Gamito, Pedro Casanova, Sara Afonso, Tiago Gomes
cenografia José Capela com assistência de Henrique Margarido e edição de imagem de António MV
figurinos José Capela
luz Daniel Worm d'Assumpção
desenho de som Sérgio Martins
fotografia de cena José Carlos Duarte
imagem de divulgação António MV
direção de produção Joana Costa Santos
apoio à produção e comunicação Jonathan da Costa
gestão e programação cultural Vânia Rodrigues
coprodução TNDM II, Fundação Calouste Gulbenkian, mala voadora  
M/12

duração 1h40 (aprox.)
agradecimentos António MV, Bernardo Azevedo Gomes, Bruno Reis, Pedro Leite, Sérgio Henriques, Teatro Nacional São Carlos, Teatro Nacional São João, Teatro Praga

A mala voadora é uma estrutura financiada pelo Governo de Portugal – Ministério da Cultura/Direção-Geral das Artes e associada d'O Espaço do Tempo e da Associação Zé dos Bois.






Reivindicarão os seus direitos, lutarão, farão revoluções, lincharão os opressores.
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Beaumarchais resulta de uma parceria da mala voadora com o compositor, maestro e musicólogo Pedro Amaral, e com a Orquestra Gulbenkian. É uma ópera que se desenvolve a partir de três textos de Beaumarchais – O Barbeiro de Sevilha, As Bodas de Fígaro e A Mãe Culpada — que já foram, todos eles, adaptados para ópera no passado. As três novas versões vão ser gravadas em estúdio, sendo esse estúdio montado no palco do D. Maria II. Lá estará a devida cabina de gravação insonorizada, os microfones, mesas de mistura, monitores, todas as infraestruturas, o catering, os técnicos, a equipa de limpeza, o pessoal da portaria, o relações públicas, tudo. Haverá verdadeiros trabalhadores – elementos da classe trabalhadora que, cumprindo a sua vocação política e social, reivindicarão os seus direitos, lutarão, farão revoluções, lincharão os opressores. Este espetáculo poderia chamar-se Tumultos Revolucionários na Deutsche Grammophon, ou Luta de Classes na Decca (este é menos glamoroso). Beaumarchais haveria de gostar.


Sessão solidária a favor da Associação de Bombeiros Voluntários de Pedrógão Grande
24 jun, 21h

Conversa com os artistas após o espetáculo
28 jun
moderação Maria João Guardão

Sessão com interpretação em Língua Gestual Portuguesa
2 jul
©Filipe Ferreira
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