Sopro

de Tiago Rodrigues / TNDM II
25 jan 2019 - La Garance - Scéne nationale de Cavaillon (FR)
28 fev - 1 mar 2019 - Théâtre Forum Meyrin - Murin (CH)
5 - 8 mar 2019 - Centre Dramatique National Besançon Franche-Comté (FR)
11 - 12 mar 2019 - Théâtre Benno Besson Yverdon-les-Bains (FR)
16 mar 2019 - Théâtre de Montbéliard, MA -Scéne Nationale - Pays de Montbéliard (FR)
3 mai 2019 - Centro Cultural Vila Flor, Guimarães (PT)
15 - 17 mai 2019 - Salle Apotheloz Théâtre Vidy - Lausanne (CH)
24 - 25 mai 2019 - Le Trident - Scéne Nationale Cherbourg.en-Contentin (FR)
30 mai - 2 jun 2019 - Teatros del Canal - Madrid (ES)
12 - 22 jun 2019 - TNSJ - Porto (PT)
14 - 15 jul 2019 - Festival El Grec, Barcelona - Espanha (ES)
de Tiago Rodrigues / TNDM II
com Beatriz Brás, Cristina Vidal, Isabel Abreu, João Pedro Vaz, Sofia Dias, Vítor Roriz 
cenografia e desenho de luz Thomas Walgrave
figurinos Aldina Jesus
sonoplastia Pedro Costa
assistente de encenação Catarina Rôlo Salgueiro
produção TNDM II
coprodução ExtraPôle Provence-Alpes-Côte d’Azur, Festival d’Avignon, Théâtre de la Bastille, La Criée Théâtre national de Marseille, Le Parvis Scène nationale Tarbes Pyrénées, Festival Terres de Paroles Seine-Maritime – Normandie, Théâtre Garonne scène européenne, Teatro Viriato
apoio Onda
A classificar pela CCE
E se dos escombros de um teatro só encontrássemos um sobrevivente: o ponto? 
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O que aconteceria se um teatro se desmoronasse e nos seus escombros só encontrássemos um sobrevivente: o ponto?
A protagonista de Sopro não é uma atriz mas uma mulher chamada Cristina Vidal, que trabalha como ponto no D. Maria II, há mais de vinte e cinco anos. Acompanhada em palco por seis atores e centenas de fantasmas, esta guardiã de uma profissão em vias de extinção vai evocar as histórias reais e ficcionais de um teatro agora em ruínas. Que teatro habita a sua imaginação e a sua memória? Que mundo nos pode dar a ver usando apenas o seu sopro invisível? 
Sopro estreia em julho no Festival de Avignon, em França. Em novembro, chega à Sala Garrett. Esta foi a segunda participação do D. Maria II neste festival de referência para as artes performativas, depois de António e Cleópatra de Tiago Rodrigues ter sido aí apresentado, em 2015.