As Areias do Imperador

adaptação e encenaçãoVictor de Oliveira
a partir deMia Couto
interpretação Ana Magaia, Bruno Huca, Daniel Pinto, Elliot Alex, Eunice Mandlate, Horácio Guiamba, Isabelle Cagnat, Josefina Massango, Lucrécia Paco, Klemente Tsamba, Mário Santos, Miguel Moreira, Miguel Nunes, Sofaida Moyane, Victor de Oliveira
cenografia Margaux Nessi
figurinos e acessórios Sara Machado
luz Diane Guerin
música original Ailton Matavela
desenho de som Samuel Gutman
vídeo Eve Liot
pinturas e esculturas Butcheca
colaboração dramatúrgica Charlotte Farcet
tradução do Changana Mabjeca Tingana
legendagem Jorge Tomé
assistência de encenação Venâncio Calisto
administração, produção e difusão En Votre Compagnie
coprodução Teatro Nacional D. Maria II, Teatro Nacional São João, Centro Cultural Franco - Moçambicano, Teatro Aveirense, Le Grand T – Théâtre de Loire-Atlantique, MC93 – Maison de la Culture de Seine-Saint-Denis, Espace Malraux - Scène Nationale de Chambéry Savoie, Les Célestins – Théâtre de Lyon
apoio DRAC-Ile de France (Ministério da Cultura-Direction régionale des affaires culturelles d'Île-de-France), Institut Français, Instituto Camões de Maputo, Roundabout. Lxm La Colline – Théâtre National
agradecimentos Clayda Beque, Claude e Anne José Nessi, Cheny Wa Gune, Christophe Dumont, Dhemas Rainha, Edgar de Oliveira, Jean-Louis Sauvat, Kitty Furtado, Lenna Bahule, Marta Angelozzi, Marta Belém, Matanhane Nhamucume, Melissa Babil, Miss Suzie, Phayra Baloi, Paulo Zacarias
parceria Ciclo Abril Abriu Comissão Comemorativa dos 50 anos do 25 de Abril

M/16

duração 3h30 (com intervalo)
As criações de Victor de Oliveira estão intimamente ligadas à história colonial do seu país, Moçambique. Em Incêndios, espetáculo criado em 2019 em Maputo, o encenador interrogava os ecos da guerra civil que devastou o país durante 16 anos e, em Limbo, ponderava sobre os efeitos da colonização, da assimilação e da mestiçagem. Através da adaptação do romance As areias do imperador, do autor moçambicano Mia Couto, Victor de Oliveira prossegue esse caminho em torno das relações Norte/Sul. Em palco, vemo-nos transportados ao fim do século XIX, no meio de um Moçambique devastado por guerras políticas. Germano, soldado português, e Imani, a intérprete moçambicana, apaixonam-se perdidamente. Uma história de amor impossível carregada por 15 intérpretes moçambicanos, portugueses e franceses que, através do destino desses dois seres, nos dá a ver a grande História.

Sessão com legendagem em português.
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