Eu uso termotebe e o meu pai também

integrado noCiclo Portugal em vias de extinção
texto e encenaçãoRicardo Correia
8 - 11 fev 2018
qui - sáb, 21h30 > dom, 16h30
Sala Estúdio

texto e encenação Ricardo Correia
dramaturgia Jorge Louraço
com Beatriz Wellenkamp, Celso Pedro, Hugo Inácio, Joana Pupo e Sara Jobard
investigação e documentação Beatriz Wellenkamp, Celso Pedro, Emanuel Botelho, Hugo Inácio, Filipa Malva, Joana Brites, Joana Pupo, Ricardo Correia, Rita Grade e Sara Jobard
espaço cénico, figurinos e adereços Filipa Malva
direção técnica e desenho de luz Filipe Silva
desenho de som Emanuel Botelho
movimento Rita Grade
voz Cristina Faria
fotografia Carlos Gomes
assistência de encenação Sara Jobard
design Joana Corker
responsável de produção Cláudia Morais
produção Casa da Esquina
coprodução TNDM II, TAGV, Teatro Aveirense e CCVF
apoio a residência artística CCVF
duração 100 min.
M/12

Casa da Esquina é uma estrutura financiada e apoiada pelo Ministério da Cultura e pela DGArtes e Câmara Municipal de Coimbra. Casa da Esquina faz parte do projeto Linhas com o Círculo de Artes Plásticas de Coimbra e Jazz ao Centro. Casa da Esquina é uma estrutura associada do TAGV.

A memória do trabalho. 
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Como se transmite a memória do trabalho? Em Eu uso termotebe e o meu pai também investigam-se os processos de transmissão do trabalho em Portugal. Este é um espetáculo que parte da recolha de testemunhos em comunidades de operários fabris de várias cidades portuguesas, transfiguradas pelas ruínas dessa indústria e que aguardam ainda um novo El Dorado. Ao desenhar um arco sobre a história e as contradições do trabalho, reflete-se sobre a condição de operário e a sua emancipação até aos dias de hoje.

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