Ça ira (1) Fin de Louis

deJoël Pommerat
28 - 30 out 2022
sex e sáb, 19h > dom, 16h
Sala Garrett
criação teatral Joël Pommerat
com Agnès Berthon, Anne Rotger, Anthony Moreau, Bogdan Zamfir David Sighicelli, Éric Feldman, Gérard Potier, Marie Piemontese, Maxime Tshibangu, Philippe Frécon, Ruth Olaizola, Saadia Bentaïeb, Simon Verjans, Yannick Choirat, Yvain Juillard
dramaturgia Marion Boudier
cenografia e luz Éric Soyer
pesquisa visual e figurinos Isabelle Deffin
guarda-roupa Claire Lezer, Lise Crétiaux
cabeleiras Julie Poulain
som François Leymarie
pesquisa musical Gilles Rico
pesquisa sonora e espacialização Grégoire Leymarie e Manuel Poletti (MusicUnit/Ircam)
colaboração artística Marie Piemontese, Philippe Carbonneaux
consultor histórico Guillaume Mazeau
assistência de dramaturgia e documentação Guillaume Lambert
assistência Forces vives David Charier, Lucia Trotta
direção técnica Emmanuel Abate
operação de luz Gwendal Mallard
operação de som Philippe Perrin
direção de cena Jean-Pierre Costanziello, Ludovic Velon, Pierre-Yves Le Borgne
eletricista Marine Le Vey
construção de cenário Ateliers de Nanterre- Amandiers
construção de mobiliário Thomas Ramon – Artom
produção Compagnie Louis Brouillard
coprodução Nanterre-Amandiers/Centre Dramatique National, Le Manège de Mons Scène transfrontalière de création et de diffusion, Mons 2015/ Capitale européenne de la Culture, Théâtre National/Bruxelles, ESACT/Liège, Les Théâtres de la Ville de Luxembourg, MC2/ Maison de la Culture de Grenoble, La Filature/ Scène nationale de Mulhouse, Espace Malraux/Scène nationale de Chambéry et de la Savoie, Théâtre du Nord/CDN Lille-Tourcoing-Nord-Pas-de-Calais, FACM/ Festival théâtral du Val d’Oise, L’Apostrophe/ Scène nationale de Cergy-Pontoise et du Val d’Oise, Mostra Internacional de Teatro de São Paulo et SESC São Paulo, Théâtre français du Centre national des Arts du Canada/Ottawa, Théâtre National Populaire/Villeurbanne et Célestins/Théâtre de Lyon, Le Volcan/ Scène nationale du Havre, Le Rive Gauche/ Scène conventionnée de St Etienne du Rouvray, Bonlieu/ Scène nationale d’Annecy, le Grand T/ Théâtre de Loire-Atlantique Nantes
apoio SACD e Arcadi Île-de-France

A Compagnie Louis Brouillard recebe o apoio do Ministère de la Culture/DRAC Île-de-France e da Région Île-de-Franc.

Joël Pommerat e a Compagnie Louis Brouillard são associados da Nanterre-Amandiers, da Coursive / Scène nationale de La Rochelle, da Comédie de Genève e do TNP/Théâtre National Populaire de Villeurbanne 

Os textos de Joël Pommerat estão editados pela Actes Sud-Papiers 

Evento organizado no âmbito da Temporada Portugal-França 2022 com o apoio do comité de mecenas composto pelo BNP Paribas, Crédit Agricole S.A., Inetum, TotalEnergies Foundation, VINCI Airports, LVMH, Saint-Gobain, Euronext, AR France Invest, Banque BCP e Engie Foundation.

apoio Institut français de Paris, no âmbito do programa Relance Export 

com a participação e o apoio do Institut français du Portugal

M/14

Que relações podem ser estabelecidas entre o homem e a sociedade?


Ça ira (1) Fin de Louis é uma ficção política contemporânea inspirada no processo revolucionário de 1789.

Este espetáculo relata a aprendizagem e as dificuldades ligadas ao estabelecimento de uma democracia. A História da Revolução Francesa inspira a dinâmica dos acontecimentos e de certos personagens, mas não se trata de uma reconstituição. É um quadro que serve para observar os conflitos humanos, que permite mostrar a luta política, o empenho de todos os membros da sociedade, o esforço e a efervescência desse momento fundador da política como ainda hoje a conhecemos.

A complexidade humana desse momento político é veiculada pelos diferentes personagens e grupos, representados em diferentes locais de debate e encontro. 
Reconhecendo a impossibilidade de reconstruir exatamente o passado, Ça ira é uma ficção verdadeira. Fiel não à época, mas a um processo. Se há reconstituição, é no sentido de uma busca do concreto, da verdade sensível para que os acontecimentos históricos apareçam ao espectador como se este deles fosse contemporâneo. 

O que leva os homens a derrubar o poder? Que novas relações devem ser estabelecidas entre o homem e a sociedade, os cidadãos e seus representantes? Como se organizar para sobreviver, criar uma comunidade, defender-se e ao mesmo tempo construir uma sociedade mais justa?

Entre ficção e realidade, Ça ira (1) Fin de Louis conta a história dessa luta pela democracia.

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