Crash Park - A vida de uma ilha

dePhilippe Quesne (França)
7 - 9 nov 2019
qui e sex, 21h > sáb, 19h
Sala Garrett
criação, encenação e cenografia Philippe Quesne
com Gaëtan Vourc'h, Isabelle Angotti, Jean-Charles Dumay, Léo Gobin, Sébastien Jacobs, Thérèse Songue, Thomas Suire, Yuika Hokama
música original Pierre Desprats com excertos de Shea & Jasha Klebe, Pan Sonic, Frank Martin, Riz Ortolani, Debussy, Daniel Johnston, Chopin, Delinquent Habit, Frank Sinatra, entre outros
filme César Vayssié
construção de cenografia e adereços Élodie Dauguet, Jérôme Chrétien, Marie Maresca, Yvan Assael - Ateliers Nanterre-Amandiers 
figurinos de animais Corinne Petitpierre
colaboração dramatúrgica Camille Louis
desenho de luz Thomas Laigle, Mickaël Nodin 
direção sonora Samuel Gutman
direção de cena Marc Chevillon
direção técnica Joachim Fosset
assistência François-Xavier Rouyer
auxiliar de guarda roupa Pauline Jakobiak
assistente de câmara Małgorzata Rabczuk
figurantes no filme Carole Zacharewicz, Cyril Gomez-Mathieu, Erwan Ha Kyoon Larch-er, Emilien Tessier, Marc Chevillon, Martine Servain, Mickaël Nodin, Nicole Mersey, Pauline Jakobiak, Perle Palombe, Rodolphe Auté, Sandra Orain, Thomas Laigle, Yvan Clédat
produção Nanterre-Amandiers
coprodução Théâtre National de Bretagne, HAU, Munchner Kammerspiele, Onassis Cultural Center
apoio Fondation d’entreprise Hermès no âmbito do programa New Settings, Institut français à Paris, Institut français du Portugal, Embaixada de França em Portugal
 
duração 1h30 

Espetáculo estreado a 8 de novembro de 2018, no TNB - Centre Européen Théâtral et Chorégraphique, Rennes, França
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Nasce a possibilidade de uma ilha no D. Maria II.

Despenha-se um avião no palco da Sala Garrett e quem se ergue dos escombros é a poesia dramatúrgica de Philippe Quesne, criador francês que já foi capaz de pôr em cena sete toupeiras gigantes nas profundezas da terra [La Nuit des Taupes, Culturgest, 2016]. Os seus universos delirantes, lugar de encontro entre as artes visuais e as performativas, são lentes de aumentar para nos vermos melhor. Utopias, também. "Os meus espetáculos nascem frequentemente enquanto penso sobre paisagens, ou em que micromundo poderei mergulhar os intérpretes, um local onde eles terão que inventar uma vida possível em quaisquer circunstâncias”, revela Quesne. "Enquanto espaço isolado no meio dos mares, que conduz às visões mais diversas, a ilha sustenta muitos mitos (...) é o local de inspiração de várias histórias e narrativas de exílio, o cenário de certas fantasias ou a moldura de utopias”. No final de 2019, nasce a possibilidade de uma ilha no D. Maria II.


Espetáculo em francês e inglês, sem legendas (número reduzido de diálogos)

©Martin Argyroglo
©Martin Argyroglo
©Martin Argyroglo
©Martin Argyroglo
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