Fake

textoInês Barahona e Miguel Fragata / Formiga Atómica
encenaçãoMiguel Fragata
3 - 20 DEZ 2020*
qua a sex, 19h > sáb e dom, 10h30
Sala Garrett
texto Inês Barahona e Miguel Fragata
encenação Miguel Fragata
com Anabela Almeida, Carla Galvão, Duarte Guimarães, João Nunes Monteiro e Beatriz Batarda, Isabel Abreu ou Sandra Faleiro
interpretação vídeo Beatriz Batarda, Cirila Bossuet, Isabel Abreu, Madalena Almeida, Márcia Breia, Sandra Faleiro, Sílvia Filipe e Teresa Madruga
música Hélder Gonçalves
cenografia Henrique Ralheta
figurinos José António Tenente
desenho de luz Rui Monteiro
desenho de som Nelson Carvalho
vídeo Tiago Guedes e João Gambino
direção técnica Cláudia Rodrigues
operação de som Tiago Correia
operação vídeo Bernardo Santos e Francisco Romão
construção da cenografia Thomas Kahrel
design gráfico Mariana Rosa e Rita Vieira
tradução para inglês Patrícia Azevedo da Silva
produção executiva Clara Antunes e Luna Rebelo / Formiga Atómica
produção Formiga Atómica
coprodução Teatro Nacional D. Maria II, Teatro Nacional São João, Cine-Teatro Louletano
apoio financeiro Câmara Municipal de Lisboa
apoio à residência artística Centro Cultural de Belém, Polo Cultural das Gaivotas | Boavista, Companhia Olga Roriz
apoio ETIC – Escola de Tecnologias, Inovação e Criação 
 
M/16

duração 1h45

Projeto financiado pela República Portuguesa - Cultura / DGArtes 

*No dia 15 de dezembro, antes do início da sessão, será revelado o vencedor do Prémio Revelação Ageas Teatro Nacional D. Maria II.

Face ao anúncio de novas medidas de combate à pandemia de COVID-19, as datas e horários de alguns espetáculos sofreram alterações.
Consulte todas as alterações aqui.

A verdade parece evidente, não? 

Fake
explora as tensões entre a verdade e a mentira, informação e desinformação, crenças individuais, coletivas e a nossa propensão para acreditarmos nos preconceitos que carregamos. Um espetáculo que gravita em torno da figura de Norma B., uma famosa escritora de romances policiais, em cuja bibliografia se encontra um título curioso: Como Assassinar o seu Marido. É esse título que lhe traz notoriedade, pela circunstância de, alguns anos depois, Norma ser detida e acusada pela misteriosa morte do seu próprio marido. A obra da autora é a prova irrefutável da sua culpa. Para a imprensa mundial, a criadora de um título tão sugestivo, só pode ter as piores das intenções. A verdade parece evidente, não?

Em Fake, o Teatro dialoga ainda com o Cinema, numa tentativa de destrinçar a verdade da mentira. A câmara faz o papel de um polígrafo implacável, procurando distinguir um bom ator de um mau mentiroso, num derradeiro close-up.

Conheça também o Fake Weekly, uma plataforma de notícias orgulhosamente falsas, que relaciona esta criação com a atualidade. 
 
Espetáculo falado em português, com legendas em inglês.

Sessão com interpretação em Língua Gestual Portuguesa e Audiodescrição
13 dez, dom > 10h30
 
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