Morte de um caixeiro viajante

deArthur Miller
encenaçãoJorge Silva Melo
26 mai - 5 jun 2022
qua - sáb, 19h > dom, 16h
Sala Garrett
de Arthur Miller
encenação Jorge Silva Melo
tradução Ana Raquel Fernandes, Rui Pina Coelho
com Américo Silva, André Loubet, António Simão, Hélder Braz, Joana Bárcia, Joana Resende, José Neves, Nídia Roque*, Paula Mora, Pedro Baptista, Pedro Caeiro, Raquel Montenegro**, Rita Rocha Silva***, Tiago Matias
cenografia e figurinos Rita Lopes Alves
desenho de som André Pires
desenho de luz Pedro Domingos
direção técnica Pedro Marques
assistentes Nuno Gonçalo Rodrigues, Joana Resende
produção Artistas Unidos
coprodução Teatro Nacional D. Maria II, Teatro Nacional São João
apoio Câmara Municipal de Lisboa

M/12

duração 2h (aprox.)

Projeto financiado pela República Portuguesa - Cultura / DGArtes 

* nas sessões de 27 de maio a 5 de junho
** em substituição de Ana Amaral
*** apenas na sessão de 26 de maio
Por motivo de doença de elementos do espetáculo Morte de um caixeiro viajante, que testaram positivo à Covid-19, as sessões de 26 a 29 de maio serão canceladas. A entrega do Prémio Revelação Ageas Teatro Nacional D. Maria II, prevista para o dia 27 de maio, será adiada para data a anunciar.

Caso tenha adquirido bilhetes estas sessões, por favor contacte-nos gratuitamente para o número 800 213 250 ou para o e-mail bilheteira@tndm.pt.

E agora, que é feito de nós?


Estados Unidos, anos 40. Estamos no Sonho Americano, o ideal de self made man e o mito do sucesso. Willy Loman quer dar o mundo aos seus filhos, quer que o conquistem. Depois de 34 anos a trabalhar como caixeiro viajante, vê os seus sonhos desvanecerem-se, perdendo o chão e, consequentemente, a noção de realidade. Uma tragédia moderna do cidadão comum, que encontra na impotência do fracasso a derradeira violência. É mesmo arrepiante ver, agora, esta Morte de um caixeiro viajante que sobressaltou o mundo na sua estreia, na Broadway, em 1949 (num espetáculo dirigido por Elia Kazan) e que a Portugal chegou com a histórica encenação de António Pedro para o TEP, em 1954. Escrita no imediato pós-guerra, é um sentido Requiem por uma sociedade que se baseia no triunfo individual, na competição, na exploração. Um Requiem pelo capitalismo. E um dos retratos mais magoados do Sonho Americano. E agora que outras crises do capitalismo se abatem sobre as nossas vidas? E agora que estamos metidos nisto? E agora, que é feito de nós?

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