Orlando

textoCláudia Lucas Chéu
direçãoAlbano Jerónimo
31 mar - 9 abr 2022
ter - sáb, 19h > dom, 16h
Sala Garrett
texto Cláudia Lucas Chéu
a partir de Orlando de Virginia Woolf e material documental do massacre em Orlando
direção Albano Jerónimo
com André Tecedeiro, Aurora Pinho, Cláudia Lucas Chéu, Diego Bragà, Eduardo Madeira, Luís Puto, Madalena Massano, Maria Ladeira, Pedro Lacerda, Rita Loureiro, Solange Freitas
movimento Carlota Lagido
espaço cénico Tiago Pinhal Costa
figurinos Carlota Lagido
desenho de luz Rui Monteiro, Teresa Antunes (assistência)
composição musical Rui Lima & Sérgio Martins 
direção sonora e desenho de som Bernardo Bento
apoio à dramaturgia André Tecedeiro
assessoria artística Nuno M Cardoso
assistência de encenação Luís Puto, Afonso Abreu (estagiário)
assistência de figurinos Sandra Guerreiro
direção de cena Marta Pedroso, Inês Matos
comunicação e assessoria de imprensa Sara Cavaco
design vídeo Oskar & Gaspar
vídeo documental Inês Luís 
direção de produção Francisco Leone, Patrizia Romani (assistência)
produção executiva Luís Puto
produção Teatro Nacional 21
coprodução CCVF – Guimarães, Casa de Artes de Vila Nova de Famalicão, Teatro Municipal do Porto, Teatro Nacional D. Maria II, Teatro do Noroeste - Centro Dramático de Viana 
parceiro institucional Fundo de Fomento da Cultura 
apoio Oskar & Gaspar 

Projeto financiado pela República Portuguesa – Cultura / DGArtes

A classificar pela CCE

Espetáculo estreia a 4 de dezembro de 2021, no Centro Cultural Vila Flor, Guimarães.

Entre a ficção de Virginia Woolf e a crua realidade do massacre.


Vivemos tempos bizarros. Numa época que devia ser dada à tolerância e aceitação, passamos por um período de violência tantas vezes centrado na discriminação. Contudo, o pensamento que se opõe ao poder tem mostrado resiliência e força de combate. Com base no texto Orlando, de Virginia Woolf, e no material documental sobre o massacre LGBT na cidade de Orlando (EUA) em 2016, Cláudia Lucas Chéu constrói uma narrativa que mistura a ficção de Woolf com os elementos documentais do dito massacre. Assim, criar uma nova ficção a partir da junção destes dois elementos é dar vida e também voz a um novo Orlando, numa tentativa de refletirmos sobre as questões de género e orientação sexual, e sobre as ondas de violência que estas originam.
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