Osmarina Pernambuco não consegue esquecer

deKeli Freitas
21 nov - 1 dez 2019
qua a sex e dom, 19h > sab, 21h 
Sala de cenografia
texto, encenação e interpretação Keli Freitas
canção original João Bittencourt
cenografia e figurino Elsa Romero
desenho de luz Anaísa Guerreiro
apoio à criação Cláudia Gaiolas
assistência ao desenho de luz Sara Garrinhas
produção executiva Vanda Cerejo
produção Associação Cultural TRUTA
coprodução TNDM II

A classificar pela CCE 

Este espetáculo é devido e dedicado a Maria Leopoldina Félix Pinheiro da Silva.

agradecimentos Alex Cassal, Alfredo Martins, Ana Virginia Figueira, Flávia Gusmão, Maria da Paz Carvalho, Marta Félix, Mirró Pereira, Rafaela Lacerda, Ricardo Correia, Rui Pina Coelho, Tatiana Salem Levy. Agradecimento especial Alexandre Pinheiro.

E se nos lembrássemos de tudo o que parece desimportante?

Brasileira, nascida em 1919, Osmarina Pernambuco foi uma mulher comum que registou, durante toda a sua vida, o seu quotidiano em diários. Coisa de todos os dias, mesmo: quantas batatas, quantas camisas, quantos filhos, os nomes de cada um, um a um. Coisas pequenas e grandes, a minúcia das relações, um ritual que dá a ver gente e vida. Criado a partir do encontro com estes diários, este espetáculo espreita o mundo através das anotações que ali resistem e projeta, no extraordinário compromisso desta mulher com a escrita, uma aprendizagem contra o esquecimento.
Osmarina Pernambuco não consegue esquecer é um texto da atriz e dramaturga brasileira Keli Freitas, escrito no âmbito do terceiro Laboratório de Escrita para Teatro do D. Maria II. 


Conversa com artistas após o espetáculo
24 nov

Sessão com interpretação em Língua Gestual Portuguesa 
1 dez