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deLa Ribot, Mathilde Monnier e Tiago Rodrigues
29 - 30 abr 2021
qui - sex, 19h
Sala Garrett
  1. de La Ribot, Mathilde Monnier e Tiago Rodrigues
com La Ribot, Mathilde Monnier
cenografia Annie Tolleter
figurinos La Ribot, Mathilde Monnier
desenho de luz Éric Wurtz
música Nicolas Houssin, Béla Bartók (excertos)
tradução Thomas Resendes
direção técnica e de iluminação Marie Prédour
operação de som Nicolas Houssin
direção de cena Guillaume Defontaine
construção de cenário Christian Frappereau, Mathilde Monnier
costura Marion Schmid, Letizia Compitiello
distribuição internacional Julie Le Gall – Bureau Cokot
produção Otto Productions / Théâtre Garonne - Scène européenne
coprodução Théâtre Le Quai - CDN Angers-Pays de la Loire; Teatros del Canal ; Théâtre Vidy-Lausanne ; Centre national d’art et de culture Georges-Pompidou ; Festival d’Automne in Paris ; Comédie de Genève ; Teatro Nacional D. Maria II ; Teatro Nacional São João ; Le Parvis scène nationale Tarbes Pyrénées; Theaterfestival Boulevard; Les Hivernales – CDCN d’Avignon ; BIT Teatergarasjen ; Compagnie MM ; Compagnie La Ribot-Genève.
apoios OPART/Estúdios Victor Córdon; CND Centre national de la Danse – Pantin; Institut français à Paris; Institut français du Portugal; Embaixada de França em Portugal
financiamento Fondation d’entreprise Hermès no âmbito do programa New Settings

duração 1h

M/12

Espetáculo estreado a 5 de setembro de 2019 no Théâtre Vidy-Lausanne (Suíça)
Uma mensagem para o presente e sobre o futuro.

Resultado da colaboração entre a coreógrafa francesa Mathilde Monnier, a coreógrafa hispano-suíça La Ribot, e o encenador português Tiago Rodrigues, este espetáculo propõe um mundo que pode estar à beira da catástrofe ou ser já o que resta de um grande desastre mundial. Criado antes da pandemia, que viria frustrar uma grande parte da sua digressão europeia, regressa agora ao palco com redobrada pertinência.  

Os corpos e vozes de Monnier e La Ribot dialogam sobre o mundo que está por vir, sobre a evolução do mundo e uma reflexão sobre uma possível e lenta extinção do planeta. Vozes e corpos para dizer o que fizemos e não fizemos para preservar este mundo, para que os ursos vivam, para que as abelhas vivam, para que um desastre não aconteça, para continuar a acreditar, para esperar.

Espetáculo falado em francês, com legendas em português.



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