Última hora

textoRui Cardoso Martins
encenaçãoGonçalo Amorim
8 out - 13 nov 2020
qua a sáb, 18h > dom, 16h
Sala Garrett

texto Rui Cardoso Martins
encenação Gonçalo Amorim
com Catarina Couto Sousa, Cláudio Castro, Ema Marli, Inês Cóias, João Grosso, José Neves, Lúcia Maria, Manuel Coelho, Maria Rueff, Miguel Guilherme, Nadezhda Bocharova, Paula Mora e Pedro Moldão
música original Paulo Furtado aka The Legendary Tigerman
cenografia e figurinos Catarina Barros
desenho de luz Cárin Geada
desenho de som e sonoplastia João Neves
vídeo Eduardo Breda
assistência de encenação Eduardo Breda, Patrícia Gonçalves
assistência de cenografia e figurinos Susana Paixão
produção Teatro Nacional D. Maria II
parceria artística Teatro Experimental do Porto (TEP)
apoios Lusa - Agência de Notícias de Portugal, Público


duração 3h15 (com intervalo)

M/12

Face ao anúncio das atuais medidas de combate à pandemia de COVID-19, as datas e horários do espetáculo Última hora sofreram alterações.
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aqui.


Uma comédia com título de jornal português.

Este jornal, o Última hora, mais a sua pobre, cercada e aterrorizada redação, vive o destino de todos os periódicos: uma grave crise e a aproximação do fim. A novidade mais fresca, a breaking news, a última hora será a notícia do seu fecho...

A entrada em cena da Internet e da partilha grátis de conteúdos, a fuga da publicidade e do público para as plataformas sociais, os ataques e manipulações políticas, a má-fé empresarial, o despedimento dos repórteres mais capazes, as planetárias mentiras publicadas (também ditas fake news) criaram, por assim dizer, uma realidade mais propícia à destruição.

É neste caldo de nervos sem tempo (24x24 horas, em ritmo acelerado) que os protagonistas deste espetáculo terão de tomar decisões absurdas, contraproducentes, caricatas, lamentáveis e, porque não?, comoventes, para salvarem o amor-próprio, a essência da sua profissão e tentarem levar pão à mesa dos filhos.

O que mais interessa em Última Hora – uma comédia, sublinha-se – é a própria humanidade. Os magníficos defeitos, virtudes, heroísmos, canalhices, jogos escondidos, amores secretos, vícios ou altruísmos fazem o universo daqueles que vivem para contar (e moldar) a realidade do mundo. Que última decisão é preciso tomar? Que mentira, se necessária, em nome da sobrevivência? Que teatro acontece todos os dias?
 
Sessão com interpretação em Língua Gestual Portuguesa e Audiodescrição
8 nov

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