Exposição - ALEXANDRE FARTO AKA VHILS NO TEATRO NACIONAL D. MARIA II

27 set 2014 - 31 jul 2015
6.ª 15h às 18h
de 4.ª a domingo - 30 min. antes do início dos espetáculos da Sala Garrett
Salão Nobre | Entrada Livre


no âmbito do projeto Memória (1964)

O projeto Memória (1964) propõe uma reflexão múltipla sobre a presença e a ausência da memória num edifício que foi reconstruído a partir das ruínas de um terrível incêndio que quase nada deixou de pé. Onde está a memória neste edifício de paredes imaculadas e chão atapetado e silencioso? Onde está a memória das actrizes e dos actores e da sua voz? O que guardam as paredes deste monumento nacional?
No contexto do projecto Memória (1964), convidámos Alexandre Farto para intervir nas paredes do Teatro, e não é agora um prédio em ruínas ou uma nave industrial abandonada algures na cidade que acolhe a sua intervenção.
No centro de Lisboa, pode o Teatro Nacional funcionar como uma metáfora da cidade imperfeita?

Alexandre Farto aka Vhils
Alexandre Farto (1987) tem estado a interagir visualmente com o meio urbano sob o nome de Vhils desde que se iniciou no graffiti no começo da década de 2000. Tendo crescido no subúrbio industrial do Seixal, foi fortemente influenciado pelas transformações decorrentes do intenso desenvolvimento urbano que Portugal sofreu nas décadas de 1980 e 1990. Começou a trabalhar com a técnica de stencil e suportes não convencionais por volta de 2004, assim como a expor o seu trabalho com o coletivo VSP. Em 2006 juntou-se à prestigiada Vera Cortês Agência de Arte, que levou à sua participação em várias exposições coletivas e à sua primeira exposição individual no início de 2008.
Mudou-se para Londres em 2007 para estudar na University of the Arts (Central St Martins College of Art and Design). Em 2008 participou no Cans Festival, em Londres, onde a sua inovadora técnica de escavação – que forma a base da série "Scratching the Surface” – foi exposta a um público internacional pela primeira vez, tendo sido aclamada pela crítica.
Tem estado a apresentar o seu trabalho em festivais de arte urbana, exposições individuais e coletivas e intervenções site-specific à volta do mundo desde então. Um ávido experimentalista, tem desenvolvido a sua estética do vandalismo numa multiplicidade de suportes – da pintura stencil à escavação de paredes, de explosões pirotécnicas à modelação 3D – expandindo os limites da expressão visual. Vhils trabalha atualmente com a Lazarides Gallery (Reino Unido), Vera Cortês Agência de Arte (Portugal), e Magda Danysz Gallery (França e China).
www.alexandrefarto.com

produção Duarte Cavalinhos e Pauline Foessel
colaboradores Vhilstudio Alexander Silva, Paulo Piedade e Vasco Gaspar


Fechar Política de Cookies

O Teatro Nacional D. Maria II usa cookies para melhorar a sua experiência digital. Ao continuar a navegação está a autorizar o seu uso.
Consulte a nossa Política de Privacidade para saber mais sobre cookies e o processamento dos seus dados pessoais.

Aceitar