Terminal (O Estado do Mundo)

Formiga Atómica
20 - 25 mar 2023 | Auditório Municipal de Mirandela
27 mar - 1 abr 2023 | Vinhais
24 - 29 abr 2023 | Idanha-a-Nova
19 - 24 jun 2023 | Oliveira do Bairro
30 out - 4 nov 2023 | Portalegre
6 - 11 nov 2023 | Portel
conceção e direção do projeto Inês Barahona e Miguel Fragata
encenação Teatro Fora de Formato Miguel Fragata
texto Teatro Fora de Formato Inês Barahona
interpretação Teatro Fora de Formato Cuca M. Pires, Rita Delgado, Simon Frankel e Vasco Barroso
pivot Ocupa a Rádio Joana Guerra Tadeu
realização Regresso ao Futuro Joana X e Nuno Marques
sociólogo Quem quer mudar? Rui Telmo Gomes
produção executiva Luna Rebelo e Sofia Bernardo
comunicação Maria Salgado e Rita Tomás (consultoria)
produção Formiga Atómica
coprodução Teatro Nacional D. Maria II em parceria com Fundação Calouste Gulbenkian, ACERT, Arquipélago – Centro de Artes Contemporâneas, Centro Cultural do Cartaxo, Cine-Teatro São Pedro de Alcanena, Comédias do Minho, Companhia Mascarenhas-Martins, Lavrar o Mar, Município de Mértola, Município de Setúbal, Teatro Municipal de Ourém, Teatro Nacional São João, Teatro Virgínia, Teatro Viriato, Théâtre du Point du Jour.

A Formiga Atómica é uma estrutura apoiada pelo Ministério da Cultura | Direcção-Geral das Artes.

A classificar pela CCE
Terminal (O Estado do Mundo) é um espetáculo com estreia em 2024, que corresponde à segunda parte de um díptico iniciado em 2021, com o espetáculo O Estado do Mundo (Quando Acordas).

O caminho para Terminal (O Estado do Mundo) consiste numa extensa pesquisa no território ao longo do ano de 2023, sobre as dimensões da geopolítica, da economia, da sociologia e da demografia, sob a perspetiva de como a crise climática afeta a nossa compreensão do mundo, que se tem mantido relativamente estável ao longo dos últimos 50 anos. 

A vantagem das crises globais é criarem uma base comum. Ninguém fica de fora. Durante o naufrágio da humanidade, haverá certamente os náufragos de primeira e de segunda classe, mas estaremos todos ligados - pelo menos, através do medo. Não deveríamos começar, desde já, a tentar encontrar os nossos pontos de contacto? 

Um projeto que pretende explorar territórios de naturezas contrastantes, que ponham em evidência, simultaneamente, as ligações globais. Como um mapa que cria novas rotas entre diferentes geografias e centralidades e que une ambientes cosmopolitas aos rurais, ou vidas intensas ao esvaziamento de aldeias esquecidas. 

Todos os lugares do mundo têm um gémeo, uma gémea, que existe de verdade, para lá de qualquer discurso político ou de conveniência. É preciso apenas descobri-los. Chegaríamos, assim, a uma árvore genealógica que poderia mostrar-nos que, no fim de contas, somos uma família disfuncional, mas ainda assim uma família, com laços e ligações.

Explorando diferentes tipos de formatos - peças de teatro de pequeno porte para espaços públicos, a ocupação de uma emissão radiofónica, um filme documental e ainda um estudo sociológico -, Terminal ( O Estado do Mundo) procura expor o que nos une neste frágil momento em que tudo parece estar em jogo. 
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