Ex-zombies: uma conferência

integrado noCiclo Portugal em vias de extinção
texto e encenaçãoAlex Cassal
1 - 27 mar 2018

qua, 21h30 > qui - sáb, 19h
27 mar - Dia Mundial do Teatro, 19h

Sala de cenografia
texto e encenação Alex Cassal
com João Estima, João Grosso, Lúcia Maria, Manuel Coelho e Sara Inês Gigante
apoio à dramaturgia Joana Frazão
apoio à encenação Eduardo Molina
conceção do espaço cénico e guarda-roupa Alex Cassal
adereços (material bélico) Stéphane Alberto
produção TNDM II 
M/14

Este texto foi escrito com suporte da Residência Días Hábiles – O Espaço do Tempo, Montemor-o-Novo, Portugal
 
Este texto incorpora excertos de Zeca Afonso, Hannah Arendt, Nicholas Barber, Simone de Beauvoir, Max Brooks, Judith Butler, Chico Buarque, Luís de Camões, Lili Caneças, Adolfo Luxúria Canibal & Miguel Pedro, Josué Apolônio de Castro, Richard Dawkins, Clint Emerson, Frantz Fanon, Sérgio Godinho, Charlie Haas, Thomas Hobbes, Katie Hopkins, Robert Kirkman, Ailton Krenak, Elisabeth Kübler-Ross, Jacques Lacan, David Lapoujade, Sarah Juliet Lauro & Karen Embry, Stanley Milgran, Toni Morrison, George Orwell, Jarbas Passarinho, Peter Pál Pelbart, Monty Python, George Romero, Vladimir Safatle, Philip Sheridan, Timothy Snyder, Gertrude Stein, Donald Trump, Slavoj Žižek

Uma primeira versão deste texto estreou em junho de 2017 no Festival Cena Brasil Internacional – Rio de Janeiro, numa montagem do grupo Foguetes Maravilha.



NOTA: Por motivo de doença de um elemtno do elenco, a sessão de 23 de março deste espetáculo foi cancelada. Para mais informações contacte-nos gratuitamente para o número 800 213 250.


E se realmente acontecer um apocalipse zombie?
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Ex-Zombies: uma conferência parte de uma premissa fantástica: e se realmente acontecer um apocalipse zombie e os cadáveres voltarem à vida, aqui mesmo, na nossa cidade? Como combater hordas de mortos-vivos insaciáveis que invadem as nossas casas e despedaçam os nossos entes queridos? Nesta espécie de conferência à beira do abismo, quatro especialistas analisam a crise que nos rodeia em busca de estratégias de sobrevivência. Enquanto são engolidos pelo caos, discutem temas como alteridade, xenofobia, tortura, a banalidade do mal, porque é que os seres humanos sentem um medo inato de serpentes, e quais são as armas mais eficazes, afinal, para destruir um morto-vivo.
©Filipe Ferreira
©Filipe Ferreira
©Filipe Ferreira
©Filipe Ferreira
©Filipe Ferreira
©Filipe Ferreira
©Filipe Ferreira
©Filipe Ferreira
©Filipe Ferreira
©Filipe Ferreira
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