Tropa-Fandanga

uma revista à portuguesa doTeatro Praga
20 fev - 16 mar 2014

4.ª 19h
5.ª a sáb. 21h
dom. 16h

Sala Garrett
textos Pedro Zegre Penim, José Maria Vieira Mendes, André e. Teodósio, Cláudia Jardim, Diogo Bento, Diogo Lopes, Joana Barrios, Joana Manuel e João Duarte Costa
direção Pedro Zegre Penim, José Maria Vieira Mendes e André e. Teodósio

interpretação José Raposo, André e. Teodósio, Cláudia Jardim, Diogo Bento, Diogo Lopes, Filipa Cardoso, Joana Barrios, Joana Manuel e João Duarte Costa
atração do fado Filipa Cardoso
corpo de baile André Garcia, Jenny Larrue, Travis Walker e Vicente Trindade
músicos João Paulo Soares (piano), Vasco Sousa (baixo acústico, viola), Francisco Cardoso (bateria), Ruben da Luz (trombone), Maria João Cunha (acordéon), Luís Petisca e André Dias (guitarra portuguesa)

cenografia José Capela
telões barbara says..., João Pedro Vale e Nuno Alexandre Ferreira, Pedro Lourenço e Vasco Araújo
figurinos Joana Barrios com trajes do espólio do TNDM II de Flávio Tomé e Cláudia Faria, Jasmim de Matos, Juan Soutullo, Octávio Clérigo e Rafaela Mapril e com figurinos da Marcha de Alto da Pina 2013 de Carlos Mendonça

desenho de luz Daniel Worm D´Assumpção
som Carlos Casado
canções originais Sérgio Godinho
orquestrações João Paulo Soares
coreografia João dos Santos Martins

assistência de encenação Cátia Nunes
assistência geral Rita Morais
coordenação props Susana Pomba
produção e comunicação Teatro Praga Elisabete Fragoso e Catarina Mendes
coprodução TNDM II, Teatro Praga, MC93 Bobigny
M/12

duração 2h45
Tropa-Fandanga - Uma revista à portuguesa do Teatro Praga

A Revista à Portuguesa volta a entrar na casa de Almeida Garrett e promete mostrar que, tal como tudo o que é português, tem alma e não morre. Bonita, alegre, estouvada, ela vem sacudir os espíritos mais calados e agitar o espectador com uma revisão que nos faz aplaudir a vida de pé. A sua estrutura cerrada e intocável é utilizada pelo Teatro Praga para comemorar duas efemérides coincidentes e separadas por várias décadas: os 40 anos do fim da Guerra Colonial e os 100 anos do início da Primeira Guerra Mundial. Em tempos de paz, o Teatro Praga faz-se à história para desenterrar memórias que não domina, num espetáculo de guerra, a preto e branco, que, sem ironia, procura o modo mais justo para tempos conturbados em que os passados e as geografias se misturam unidos por uma batalha com uma só bala presa por uma guita. Um espetáculo histórico, com história a pontapé, que passa a revista às tropas ao som de música para levantar o moral da pátria presa na mata e trincheiras. Um texto escrito a várias mãos, que nos faz desejar o impossível, que fala da História, do que está perto e do que está longe. O Rossio estende novamente a passadeira vermelha que nos leva ao Teatro. Por isso, agarrem-se às cadeiras. Esta é uma viagem onde tudo pode acontecer.



  sessão com interpretação em língua gestual portuguesa | 2 MAR 2014 às 16h
©Filipe Ferreira
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