Quis saber quem sou» foi exatamente a primeira frase de pendor revolucionário do início da democracia em Portugal, ouvida ainda a 24 de abril de 1974, às 22h55, nas ondas dos Emissores Associados.
O primeiro verso da canção E Depois do Adeus, pleno de questionamento individual e coletivo, cantado por Paulo de Carvalho, marca o momento histórico do arranque da revolução, tornando uma canção de amor num símbolo da liberdade.
A meio caminho entre o concerto e a peça de teatro, Quis saber quem sou — um concerto teatral revisita as canções da revolução, as palavras de ordem, as cantigas que são armas, mas também as histórias pessoais das gerações que fizeram o 25 de Abril, trazendo para o palco jovens atores/cantores e colocando nas suas vozes e nos seus corpos de hoje, e do futuro, a memória das palavras da liberdade.
SESSÕES ACESSÍVEIS
Sessão com audiodescrição
3 jun
Interpretação em Língua Gestual Portuguesa
Incluído em todas as sessões
CONVERSAS COM ARTISTAS
24 JUN, QUA, após o espetáculo
CLASSSIFICAÇÃO ETÁRIA
M/12
DURAÇÃO
2h (aprox.)
Ficha Artística
de Pedro Penim
interpretação Ana Sofia Pereira, Bárbara Branco, Eliseu Ferreira, Francisco Gil Mata, Inês Marxx, Jéssica Ferreira, Joana Bernardo, Joana Brito Silva, Manuel Coelho, Manuel Encarnação, Rafael Ferreira, Rute Rocha Ferreira, Vasco Seromenho
direção vocal João Neves
cenografia Joana Sousa
figurinos Luís Carvalho
desenho de luz Daniel Worm d’Assumpção
desenho de som João Pratas
assistência de encenação António Ignês
legendagem Barbara Pollastri, Pedro Soares
imagem telão João Azevedo
produção Teatro Nacional D. Maria II
agradecimentos António Azevedo, Hugo Azevedo,
Luís Pedro Faro, Luzia Moniz
parceria apresentação em Lisboa Coliseu dos Recreios
desenho de som João Pratas
assistência de encenação António Ignês
legendagem Barbara Pollastri, Pedro Soares
imagem telão João Azevedo
produção Teatro Nacional D. Maria II
agradecimentos António Azevedo, Hugo Azevedo,
Luís Pedro Faro, Luzia Moniz

Pedro Penim
O primeiro verso da canção E Depois do Adeus, pleno de questionamento individual e coletivo, cantado por Paulo de Carvalho, marca o momento histórico do arranque da revolução, tornando uma canção de amor num símbolo da liberdade.Quis saber quem sou» foi exatamente a primeira frase de pendor revolucionário do início da democracia em Portugal, ouvida ainda a 24 de abril de 1974, às 22h55, nas ondas dos Emissores Associados.

Um concerto teatral que revisita as canções e palavras da Revolução de Abril, cruzando memória coletiva e histórias pessoais numa celebraçãoda liberdade.
BANDA SONORA
A música ocupa um lugar central em Quis saber quem sou, atravessando o espetáculo como memória viva e ponto de encontro entre gerações. As canções aqui reunidas evocam momentos, vozes e palavras que marcaram a história recente, trazendo para o presente a força do que foi cantado e vivido.
FOLHA DE SALA
Uma extensão do espetáculo que convida à descoberta. Entre palavras, vozes e memórias, a Folha de Sala Digital reúne conteúdos que iluminam o percurso criativo de Quis saber quem sou e ampliam a sua experiência.
Um lugar para regressar, reler e escutar o que permanece para além do palco.


