Andy

deGus Van Sant
integrado naBoCA - Bienal de Artes Contemporâneas
23 set - 3 out 2021
qua - sáb, 19h > dom, 16h
Sala Garrett
texto e encenação Gus Van Sant
música e letras Gus Van Sant
tradução e legendagem Joana Frazão
com Carolina Amaral, Diogo Fernandes, Francisco Monteiro, Helena Caldeira, João Gouveia, Lucas Dutra, Martim Martins, Miguel Amorim, Valdemar Brito
colaboração artística e dramaturgia John Romão
direção musical Paulo Furtado / The Legendary Tigerman
direção vocal João Henriques
cenografia José Capela, com assistência de António Pedro Faria e imagens de José Carlos Duarte
figurinos Joyce Doret
desenho de luz Rui Monteiro
desenho de som João Neves
técnico de som Rui Antunes
direção técnica Gi Carvalho
produção executiva Francisca Aires
produção BoCA
coprodução Teatro Nacional D. Maria II, deSingel, Festival Romaeuropa, Onassis Foundation, Kampnagel, La Comédie de Reims, Théâtre de la Cité – CDN Toulouse Occitanie, Teatro Calderón
apoios Suspenso, Teatro Thalia
 
M/12 

Andy é um projeto comissionado pela BoCA Bienal de Artes Contemporâneas.

A Everis NTT DATA Portugal patrocina as apresentações do espetáculo Andy no Teatro Nacional D. Maria II
● ANTECIPAÇÃO DE TEMPORADA ●

A sensibilidade de Gus Van Sant num musical inspirado em Andy Warhol.

Nos anos 60, Andy Warhol impulsionou uma mudança radical no paradigma da arte, provocando o debate sobre o que era realmente importante na sociedade americana. A cultura popular ganhou estatuto de arte, transformando objetos da vida quotidiana em ícones, como a lata de sopa Campbell.

A BoCA comissiona a primeira criação de palco do realizador de cinema Gus Van Sant, um espetáculo de teatro musical inspirado em Andy Warhol e no seu esmagador talento para elevar a ícone as imagens, ao mesmo tempo que escalava como persona e artista a um estatuto de celebridade mundial.

Gus Van Sant reconstrói o passado de um Warhol em início de carreira, através de uma narrativa ficcional construída a partir de factos reais e de memórias, mas também da imaginação. A atriz Edie Sedgwick, que morreu precocemente, o escritor norte-americano Truman Capote ou crítico de arte Clement Greenberg são algumas das personagens interpretados por adolescentes e jovens atores que, nesta descontextualização da idade, testam identidades, tendo como pano de fundo o nascimento da Pop Art. A sensibilidade, a proximidade e o carisma de Gus Van Sant reavivam em Andy a crença de estarmos juntos e de formarmos um coletivo ou um movimento com a força de transformar o mundo.

Espetáculo falado em inglês, com legendas em português.

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