ATOS
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O ano é 2023. O Teatro Nacional D. Maria II e a Fundação Calouste Gulbenkian criam o ATOS, um programa de abrangência nacional que tem como objetivo a capacitação e a produção de conhecimento sobre práticas culturais e artísticas de participação, o envolvimento cívico e artístico das comunidades, promover políticas culturais sustentáveis e estabelecer outras centralidades culturais e artísticas. O programa percorreu continente e ilhas com 43 projetos artísticos participativos de breve duração, coordenados por 16 estruturas artísticas.
Em 2024, o ATOS manteve a sua presença em todas as regiões do país, desenvolvendo seis projetos participativos que prolongaram no tempo a estada das equipas em cada município parceiro. O projeto ganhou tempo e espaço, alargando-se a novos formatos, como fóruns, formações e uma conferência sobre democracia cultural e práticas artísticas participativas. Procurou-se ainda criar memória para o futuro com o lançamento de um video-ensaio e de uma publicação.
Em 2024, o ATOS manteve a sua presença em todas as regiões do país, desenvolvendo seis projetos participativos que prolongaram no tempo a estada das equipas em cada município parceiro. O projeto ganhou tempo e espaço, alargando-se a novos formatos, como fóruns, formações e uma conferência sobre democracia cultural e práticas artísticas participativas. Procurou-se ainda criar memória para o futuro com o lançamento de um video-ensaio e de uma publicação.
Em 2025, o ATOS continuou a estar presente em todo o país e procurou capacitar 25 microprojetos locais nos municípios parceiros — Funchal, Lamego, Loulé e São João da Madeira.
Chegados a 2026, o ATOS mantém os seus parceiros municipais e visa recentrar as instituições culturais municipais no apoio às práticas culturais locais, reforçar redes de cooperação e capacitar equipas para os desafios da democracia cultural, nomeadamente através da promoção de uma plataforma de participação cultural.
Programação

