A Grande Serpente

deJoão Pedro Vaz
Espetáculo cancelado
Sala Garrett

a partir da memória da encenação de Moncho Rodriguez (1994)
criação e interpretação João Pedro Vaz 
cocriação e vídeo Pedro Bastos 
cocriação, cenografia e figurinos Sara Vieira Marques
luz e som A Oficina
coprodução TNDM II, Teatro Oficina, TNSJ 
colaboração Bando à Parte


A classificar pela CCE

Projeto financiado pelo Município de Guimarães e cofinanciado pela República Portuguesa - Cultura / DGArtes
Por motivos de saúde do encenador e ator d’A Grande Serpente, informamos que a apresentação deste espetáculo foi cancelada.
Caso tenha adquirido bilhetes para alguma das sessões, ligue-nos gratuitamente para o 800 213 250.
 
 
Trabalhar as memórias e o futuro do teatro e de um território.

João Pedro Vaz revisita o primeiro espetáculo do Teatro Oficina, criado com a comunidade de Guimarães há 25 anos, numa peça documental que abre o caminho para uma ficção sobre os novos desafios da companhia e de quem vive nesta cidade. Esse momento fundador, que acontece em 1994 quando o Teatro Oficina ainda respondia pela sigla ODIT - Oficina de Dramaturgia e Interpretação Teatral, criada por Moncho Rodriguez, envolveu dezenas de participantes locais numa aventura teatral chamada A Grande Serpente. Um espetáculo construído a partir do texto homónimo de Racine Santos, autor brasileiro que assenta a sua obra na cultura popular nordestina. A Grande Serpente marcou também a estreia de Vítor Hugo Pontes, José Eduardo Silva, Joana Ji Antunes, entre outros então jovens artistas, que hoje são profissionais do setor. 25 anos depois, a Oficina quer entrevistar todos os participantes que conseguir encontrar, para "tentar e falhar uma reconstituição desse espetáculo, lidando com as memórias de teatro de todo um território”, nas palavras do ator e atual diretor da companhia de Guimarães, João Pedro Vaz.