Cada velhinha que ele grava é a minha avó que não morre

em parceria comA Música portuguesa a gostar dela própria
curadoriaTiago Pereira
17 fev 2018
18h
Sala Estúdio
narrativa concetual Tiago Pereira, Vanda Rodrigues
movimento Mafalda Saloio
música Sílvio Rosado, Tiago Pereira
produção executiva Sofia Matias
convidados Carlos Batista, Ricardo Santos e Tiago Pereira
em parceria com A Música portuguesa a gostar dela própria
curadoria Tiago Pereira
M/3
Cada velhinha que ele grava é a minha avó que não morre
"Manifesto da alfabetização da memória ou ópera das velhinhas"

Uma opera multimédia, onde a narrativa aparece como uma partitura de memórias que é focada pelo video samples dos Sampladélicos. Cada convidado é uma dessas memórias samples que ganha vida e se junta para tocar e dançar o manifesto contra o esquecimento do  Portugal em Vias de Extinção. Dar espaço no palco a estes lugares mortos é devolver ao teatro os seus valores primordiais.
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