Catarina e a beleza de matar fascistas

texto e encenaçãoTiago Rodrigues
19 - 26 abr 2021
seg - sex, 19h > sáb - dom, 10h
Sala Garrett
ESPETÁCULO ESGOTADO

texto e encenação Tiago Rodrigues
com António Fonseca, Beatriz Maia, Isabel Abreu, Marco Mendonça, Pedro Gil, Romeu Costa, Rui M. Silva, Sara Barros Leitão
cenografia F. Ribeiro
figurinos José António Tenente
desenho de luz Nuno Meira
sonoplastia, desenho de som e música original Pedro Costa
coralidade e arranjos vocais João Henriques
voz off  Cláudio Castro, Nadezhda Bocharova, Paula Mora, Pedro Moldão
apoio ao movimento Sofia Dias, Vítor Roriz
apoio em luta e armas David Chan Cordeiro
assistência de encenação Margarida Bak Gordon
direção de cena Carlos Freitas
ponto Cristina Vidal
tradução Daniel Hahn (inglês), Thomas Resendes (francês)
legendagem Rita Mendes
produção executiva Joana Costa Santos, Rita Forjaz
produção Teatro Nacional D. Maria II
coprodução Wiener Festwochen, Emilia Romagna Teatro Fondazione, ThéâtredelaCité – CDN Toulouse Occitanie & Théâtre Garonne Scène européenne Toulouse, Festival d’Automne à Paris & Théâtre des Bouffes du Nord, Teatro di Roma – Teatro Nazionale, Comédie de Caen, Théâtre de Liège, Maison de la Culture d'Amiens, BIT Teatergarasjen, Le Trident – Scène-nationale de Cherbourg-en-Cotentin, Teatre Lliure, Centro Cultural Vila Flor, O Espaço do Tempo
apoios Almeida Garrett Wines, Cano Amarelo, Culturgest, Zouri Shoes

O espetáculo conta com músicas de Hania Rani (Biesy e Now, Run), Joanna Brouk (The Nymph Rising, Calling the Sailor), Laurel Halo (Rome Theme III e Hyphae) e Rosalía (De Plata)

duração 2h30

M/16

Há lugar para a violência na luta por um mundo melhor?

 
Esta família mata fascistas. É uma tradição antiga que cada membro da família sempre seguiu. Hoje, reúnem-se numa casa no campo, no Sul de Portugal, perto da aldeia de Baleizão. Uma das jovens da família, Catarina, vai matar o seu primeiro fascista, raptado de propósito para o efeito. É um dia de festa, de beleza e de morte. No entanto, Catarina é incapaz de matar ou recusa-se a fazê-lo. Estala o conflito familiar, acompanhado de várias questões. O que é um fascista? Há lugar para a violência na luta por um mundo melhor? Podemos violar as regras da democracia para melhor a defender? Entretanto, surge por vezes o fantasma de uma outra Catarina, a ceifeira Catarina Eufémia que foi assassinada em 1954 em Baleizão durante a ditadura fascista. Catarina Eufémia aparece durante a noite, enquanto a família dorme, para conversar com o fascista de 2028 que aguarda o seu destino.

Sessão com Audiodescrição
25 abr, dom > 10h




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