Memórias de uma mulher fatal

deAugusto Sobral
encenaçãoRogério Vieira
13 - 23 set 2012
4.ª a sáb. 21h15
dom. 16h15

Sala Estúdio
de Augusto Sobral
encenação e interpretação Rogério Vieira
conceção cénica e pintura Renato Godinho com assistência de Mário Correia e Paulo Domingues
figurino Maria Gonzaga
desenho de luz Paulo Graça
montagem digital de imagem Jaime Graça
tratamento sonoro e síntese de voz Carlos Zíngaro
fotografia e diapositivos Laura Castro Caldas e Paulo Cintra Gomes
cabeleira penteada por Lucinda Almeida
produção Rogério Vieira
M/12
30 anos depois da estreia de Memórias de uma mulher fatal de Augusto Sobral, Rogério Vieira regressa a este monodrama. Combina-se aqui o exercício do teatro com um humor acutilante, revelando em palco a irresistível performatividade do 'eu'.

Uma mulher, Olinda, decide escrever as suas memórias, celebrando o seu triunfo de vida como uma "mulher fatal". Imersa neste profundo mergulho de recordações, é interrompida por uma vulgar chamada telefónica. Porém, auxiliada pelo seu poderoso computador "Gestalt", ela regressa a um caminho de contradições e surpresas. "O valor das memórias começa exatamente onde os dados da memória se confundem ou tornam mesmo contraditórias". Por isso, confrontada com a própria máquina, que a ousa corrigir, ela avaria-a num ato de fúria. Mas o silêncio instala-se e Olinda reconhece a sua dependência pela máquina, "querido fiscal dos desvarios da imaginação e do sentimento".

Augusto Sobral marcou o início da década de 80 com Quem matou Alfredo Mann? e Memórias de uma mulher fatal.
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