O Dicionário da fé

textoGonçalo M. Tavares
encenaçãoJean Paul Bucchieri
texto Gonçalo M. Tavares
encenação, espaço cénico e desenho de luz Jean Paul Bucchieri
com Ana Cris, Beatriz Brás, Catarina Couto Sousa, Cláudio da Silva, Donatello Brida, João Vicente, Pedro Lacerda
colaboração dramatúrgica David Antunes
figurinos Bips
assistente de encenação Beatriz Mestre Costa
observadores Gonçalo Rios, Marta Antunes, Teresa Machado
produção executiva Marta Moreira
produção Horta Seca
coprodução Teatro Nacional D. Maria II
residência de coprodução O Espaço do Tempo
apoios institucionais República Portuguesa - Cultura / DGArtes 
apoios Padaria do Povo, Plexicril

M/16
A programação do D. Maria II encontra-se suspensa até 18 de abril. Consulte mais informações aqui.

Ninguém precisa de acreditar no real.

Ter fé é confiar no que não é a evidência dos casos. O mais claro de todos é o da própria morte. A crença de que a morte não constitui o fim dos seres é o emblema de todos os atos de fé que, como a expressão leap of faith tão bem expressa, implica um salto. A fé é sempre um salto. Um salto sobre a realidade e a racionalidade.

A realidade e a racionalidade são incompatíveis com a fé. Ninguém precisa de acreditar no real. O real é o facto, impõe-se. Mas o absurdo, aquilo para o que não temos evidência, explicação ou sentido, exige a crença.

Em O Dicionário da Fé, Jean Paul Bucchieri parte do texto original de Gonçalo M. Tavares e olha para a fé como um modo de contornar o real. Resta então saber se o mundo que conhecemos, ou julgamos como autêntico, não é ele também um ato de fé.
 
Conversa com artistas após o espetáculo
27 mar, sáb > 19h

Sessão com interpretação em Língua Gestual Portuguesa
27 mar, sáb > 19h
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