Osmarina Pernambuco não consegue esquecer

deKeli Freitas
21 nov - 8 dez 2019

 

sessões extra: 5 - 8 dez

qui, sex e dom, 19h > sáb, 21h

 

Sala de cenografia
texto, encenação e interpretação Keli Freitas
cenografia e figurino Elsa Romero
desenho de luz Anaísa Guerreiro
canção original João Bittencourt
apoio à criação Cláudia Gaiolas, Elsa Romero
apoio musical Mariana Ricardo
construção de cenografia Saulo Santos 
costureira Elisabeth Pereira
produção executiva Vanda Cerejo
produção Associação Cultural TRUTA
coprodução TNDM II
apoio Polo Cultural Gaivotas | Boavista, Sociedade Filarmónica Comércio e Indústria da Amadora 
 
duração aprox. 1h30 

M/14

E se nos lembrássemos de tudo o que parece desimportante?

Brasileira, nascida em 1919, Osmarina Pernambuco foi uma mulher comum que registou, durante toda a sua vida, o seu quotidiano em diários. Coisa de todos os dias, mesmo: quantas batatas, quantas camisas, quantos filhos, os nomes de cada um, um a um. Coisas pequenas e grandes, a minúcia das relações, um ritual que dá a ver gente e vida. Criado a partir do encontro com estes diários, este espetáculo espreita o mundo através das anotações que ali resistem e projeta, no extraordinário compromisso desta mulher com a escrita, uma aprendizagem contra o esquecimento.
Osmarina Pernambuco não consegue esquecer é um texto da atriz e dramaturga brasileira Keli Freitas, escrito no âmbito do terceiro Laboratório de Escrita para Teatro do D. Maria II. 


Conversa com artistas após o espetáculo
24 nov

Sessão com interpretação em Língua Gestual Portuguesa 
1 dez


©Filipe Ferreira
©Filipe Ferreira
©Filipe Ferreira
©Filipe Ferreira
©Filipe Ferreira
©Filipe Ferreira
©Filipe Ferreira
©Filipe Ferreira
©Filipe Ferreira
©Filipe Ferreira
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