Programação jan – jul 2026 e regresso ao Rossio

2026 é o ano que marca o regresso do D. Maria II ao seu edifício do Rossio, encerrado para obras de requalificação desde 2023.

Este regresso faz-se com um programa de pré-abertura – Prólogo – que se realiza entre 22 de junho e 25 de julho e conta com visitas guiadas, oficinas, encontros, experiências artísticas, ações de mediação e ainda a edição de 2026 do Cenários, o evento de pensamento do D. Maria II, que acontece a 25 e 26 de junho.

Prólogo será um período de transição e de escuta, dedicado a quem acompanhou o D. Maria II nos últimos anos (artistas, públicos, equipas, parceiros, escolas e comunidades) e aos vizinhos expectantes. Um ensaio do reencontro, o momento antecipatório em que o D. Maria II volta a respirar antes de reabrir, em pleno, para todos. Após está pré-abertura, a reabertura oficial do Teatro, com o início da sua Temporada 2026/2027, está agendada para 18 de setembro de 2026.

Ao longo do primeiro semestre do ano, o D. Maria II continua a apresentar uma programação diversificada noutros espaços de Lisboa e do país, composta por espetáculos, atividades para público infantojuvenil e para escolas, lançamentos de livros, ciclos de formação, um evento de pensamento e ainda projetos de arte participativa que serão desenvolvidos em Lamego, Loulé São João da Madeira e Funchal, no âmbito do programa ATOS. Uma programação que dá continuidade à missão deste Teatro, numa lógica de sedimentação da oferta cultural em várias regiões do país.

Conheça toda esta programação para o período de janeiro a julho de 2026 aqui.
 


A 27 de março, Dia Mundial do Teatro, o D. Maria II estreia Filodemo, de Luís de Camões, numa encenação de Pedro Penim, na Sala Estúdio Valentim de Barros / Jardins do Bombarda, em Lisboa. O espetáculo estará em cena até 18 de abril, no âmbito das comemorações dos 500 anos de Luís de Camões, seguindo depois em digressão por diversos teatros do país. Durante o mês de maio, a sala localizada no antigo Hospital Miguel Bombarda será ainda palco da estreia de TOSHiiB4, criação de Luísa Guerra, vencedora da 8.ª edição da Bolsa Amélia Rey Colaço, em cena de 27 a 31 de maio.
 

Em 2026, o D. Maria II volta a associar-se a dois importantes festivais de teatro portugueses: o FIMFA Lx26 – Festival Internacional de Marionetas e Formas Animadas, que apresentará um espetáculo em parceria com o D. Maria II, em local a anunciar; e o Festival de Almada, no âmbito do qual se apresenta O Cume, uma criação do encenador suíço Christoph Marthaler, nos dias 17 e 18 de julho, no Teatro Municipal Joaquim Benite.

 

No primeiro semestre do ano, o Boca Aberta, projeto para a infância do D. Maria II, levará os espetáculos Cabe mais um? e Não se pode! Não se pode! a mais de uma dezena de concelhos do país. A digressão termina em Lisboa, na Sala Estúdio Valentim de Barros, onde os espetáculos estarão em cena entre 6 de maio e 21 de junho. Desenvolvidos em 2025, em conjunto com as comunidades artísticas de Lagos, Ourém e Ponte de Lima, estas duas criações complementares contam com encenação de Catarina Requeijo e textos de Inês Fonseca Santos e Maria João Cruz.


Em maio, o D. Maria II viaja ainda até Paredes, para realizar o Festival PANOS, um projeto onde se lê, faz e apresenta teatro de e para jovens, dos 12 aos 19 anos. Com coordenação de Sandro William Junqueira, esta edição, que assinala 20 anos do projeto PANOS, conta com mais de 50 grupos de teatro escolar e juvenil inscritos e textos originais de Ana Markl, Joaquim Arena e Mariana Jones, escritos propositadamente para o projeto.
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