O último telefone público de Lisboa

criaçãoKeli Freitas
23 - 27 SET
qua – qui, 19h30 ∙ sex, 21h30 ∙ sáb, 19h30 ∙ dom, 16h30
Sala Estúdio - Teatro Nacional D. Maria II
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O último telefone público de Lisboa acompanha um grupo de pessoas movido por uma mesma hipótese: vivemos num mundo que produz continuamente palavras que ainda não sabemos ouvir. 

Escrito e encenado por Keli Freitas, este espetáculo reúne intérpretes do Bangladesh, Nepal, Irão, São Tomé e Príncipe, Brasil e de Portugal para imaginar um mundo onde o desafio já não seja aperfeiçoar o que é dito, mas criar condições para escutar o que já estamos a dizer. Desenvolvido no âmbito de um projeto participativo concebido pelo D. Maria II, O último telefone público de Lisboa resulta de uma investigação conduzida por Keli Freitas através de encontros com pessoas imigrantes que vivem em Lisboa. O elenco reúne participantes com e sem experiência em teatro, selecionados através de uma convocatória pública e de um trabalho de proximidade com associações e organizações da cidade.


Conversa com artistas no dia 26 de setembro, moderação Joyce Souza / Segundo as Marias.

Bilhetes disponíveis em breve

criação Keli Freitas
intérpretes Dionys Matheus, Dom Diniz, Domingas Salvaterra, Manab Sarker, Pabitra Neupane, Sajad Deyrmina, Umme Dina
apoio à pesquisa, à encenação e à dramaturgia Renato Linhares
cenografia e figurinos Marine Sigaut
desenho de luz Tiago Cadete
desenho de som e sonoplastia Sara Marita
música original Cachupa Psicadélica
direção de movimento Francisco Thiago Cavalcanti
tradução e operação de legendagem Joana Frazão
assistência de encenação Aoaní
produção Teatro Nacional D. Maria II

A classificar pela CCE
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