Off

uma criaçãoJorge Andrade / mala voadora com Chris Thorpe
2 - 19 dez 2021
qua - sáb, 19h30 > dom, 16h30
Sala Estúdio
direção Jorge Andrade
texto Chris Thorpe, Jorge Andrade
a partir de Dying de Chris Thorpe
tradução Manuel Poças
com Jorge Andrade, Maria Jorge, Tânia Alves
cenografia José Capela, com edição de imagem de António MV
figurinos Maria dos Prazeres
luz João Fonte com Jorge Andrade
banda sonora Sérgio Delgado
imagem e vídeo de divulgação António MV
assistência de direção artística Maria Jorge
assistência de produção e comunicação Sofia Freitas
produção mala voadora
coprodução Teatro Nacional D. Maria II, Teatro Nacional São João
residência de coprodução O Espaço do Tempo
 
M/14

duração 1h05

A mala voadora é uma estrutura financiada pela República Portuguesa - Cultura/DGArtes e associada d'O Espaço do Tempo. Conta com o apoio da Fundação ”la Caixa” e do BPI, e, para a atividade no Porto, da Câmara Municipal do Porto / Criatório.

Off estreou numa primeira versão em outubro de 2020, no TeCA, no âmbito de Uma Família Inglesa. O espetáculo que agora se apresenta é uma segunda versão.

No âmbito das novas medidas para acesso a eventos com lugares marcados, em vigor a partir de 1 de dezembro de 2021, informamos que o acesso a espetáculos requer a apresentação de um dos três certificados digitais Covid. Saiba quais, neste link.

Uma mulher a lidar com o seu fim. E com o fim do mundo.


Off
é um espetáculo de ficção científica. Num tempo indefinido que se parece com o nosso, uma mulher lida com dois fins simultâneos. Pela janela, ela assiste, lá fora, ao mundo a desmoronar-se como consequência direta da degradação que ela vê acontecer no seu próprio corpo por efeito de uma doença degenerativa. Vê a sua própria destruição prolongar-se na destruição do mundo. O espetáculo Off transforma-se progressivamente num labirinto entre aquilo que acontece a esta mulher, a história contada no livro que um escritor lhe propõe publicar (que se revela tê-la como protagonista), as legendas dadas a ler ao público que assiste a tudo isto, e os aparentes limites físicos das coisas que nos permitem acreditar que elas existem separadas umas das outras. Tira-se uma camada da superfície do mundo para revelar uma maquinaria única - uma maquinaria que, como a biologia explica, pode sacrificar uma parte a favor da sobrevivência do todo.
 
 

Conversa com artistas após o espetáculo
12 dez > dom, 16h30
 
Sessão com interpretação em Língua Gestual Portuguesa
12 dez > dom, 16h30
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