Bacantes - Prelúdio para uma Purga

deMarlene Monteiro Freitas (Cabo Verde/ Portugal)
19 - 20 mar 2021
sex e sáb, 19h
Sala Garrett
de Marlene Monteiro Freitas 
com Andreas Merk, Betty Tchomanga, Cláudio Silva, Cookie, Flora Détraz, Gonçalo Marques, Johannes Krieger, Lander Patrick, Marlene Monteiro Freitas, Micael Pereira, Miguel Filipe, Tomás Moital, Yaw Tembe
luz e espaço Yannick Fouassier
som Tiago Cerqueira
bancos João Francisco Figueira, Luís Miguel Figueira
pesquisa João Francisco Figueira, Marlene Monteiro Freitas
direção de cena André Calado
difusão Key Performance
produção executiva Bruna Antonelli, Sandra Azevedo, Soraia Gonçalves
produção P.OR.K
coprodução Teatro Nacional D. Maria II, Kunstenfestivaldesarts, steirischer herbst festival, Alkantara, NorrlandsOperan, Festival Montpellier Danse 2017, Bonlieu Scène nationale Annecy & La Bâtie-Festival de Genève, Teatro Municipal do Porto, Le Cuvier – Centre de Développement Chorégraphique, HAU Hebbel am Ufer, International Summer Festival Kampnagel, Athens and Epidaurus Festival, Münchner Kammerspiele, Kurtheater Baden, SPRING Performing Arts Festival, Zürcher Theater Spektakel, Nouveau Théâtre de Montreuil – centre dramatique national, Les Spectacles Vivants / Centre Pompidou
apoio residência Polo Cultural Gaivotas, O Espaço do Tempo no contexto de Artista Associada, Montpellier Danse à l´Agora, cité internationale de la danse, ICI – centre chorégraphique national Montpellier – Occitanie / Pyrénées-Méditerranée / Direction Christian Rizzo – no âmbito do programa de residência Par/ICI

M/6

Espetáculo estreado a 20 de abril de 2017, no D. Maria II.
Onde estão presentes o delírio e o irracional.

Em Eurípides, estão presentes o delírio e o irracional. Manifesta-se a ferocidade e o desejo de paz, a selvajaria e a aspiração a uma vida simples. Encontram-se, no seu texto, direções contraditórias, elementos que chocam, corpos íntegros que se desmembram e crenças testadas ao limite. Este é o mundo, moral e estético, que o autor convida a percorrer e que Marlene Monteiro Freitas tomou de assalto na construção de Bacantes – Prelúdio para uma Purga.

A coreógrafa e bailarina tem como denominador comum nas suas peças a abertura, a impureza e a intensidade. Em março, volta a mergulhar neste clássico do Teatro, três anos após a sua estreia na Sala Garrett. Um autêntico combate de aparências e dissimulações, polarizado entre os campos de Apolo e Dionísio.
 
Conversa com artistas após o espetáculo
19 mar, sex > 21h












































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