Cosmos

deCleo Diára, Isabél Zuaa e Nádia Yracema
23 jun - 3 jul 2022
qua - sáb, 19h > dom, 16h
Sala Garrett
direção artística e criação Cleo Diára, Isabél Zuaa, Nádia Yracema
com Ana Valentim, Ângelo Torres, Bruno Huca, Cleo Diára, Isabél Zuaa, Luan Okun, Mauro Hermínio, Nádia Yracema, Paulo Pascoal, Vera Cruz
instrumentais de cordas Desordem do Conceptual Branco – Cire Ndiaye, Evanilda Veiga, Florêncio Manhique, Mbye Ebrima, Sebastião Bergman, Suzana Francês
cenografia Tony Cassanelli 
figurinos Eloísa d'Ascensão, Mónica Lafayette
adereços Almost Black, Eloísa d'Ascensão, Jorge Carvalhal, Rodrigo Vasconcelos
desenho de luz Eduardo Abdala
coreografia Bruno Huca
música original e sonoplastia Carolina Varela, Nuno Santos (XULLAJI), Yaw Tembe
vídeo Elvis Morelli, Maria Tsukamoto, Tiago Moura
direção técnica Cosmos Manuel Abrantes
apoio à criação Inês Vaz, Mário Coelho
apoio à dramaturgia Melissa Rodrigues
assistente de cenografia Rodrigo Vasconcelos
confeção de figurinos Rodrigo Vasconcelos, Vladimir Frolochkin
voz off Caroline Faforiji Odeyale, Nur Briyo, Rogério de Carvalho
tradução Olusegun Peter Odeyale
fotografia e design de imagem de cartaz Cosmos Marco Maiato
assistência de produção Ana Lobato
produção Cama AC
coprodução Teatro Nacional D. Maria II
residência de coprodução O Espaço do Tempo
apoio Alkantara, Casa Independente, Largo Residências

Equipa Cama AC

administração e direção Daniel Matos e Joana Duarte
direção de produção Maria Tsukamoto
estágio em produção Filipa Garcez


duração 1h15 

M/12

Cosmos é um projeto financiado pela República Portuguesa - Cultura | Direção Geral das Artes

O que existiu, existe e existirá.


O novo espetáculo das autoras de Aurora Negra chega, em junho, ao D. Maria II. Cosmos é a segunda parte de uma trilogia em construção. Uma viagem interplanetária, onde se procura um tesouro para a criação de um novo mundo. Nesta viagem, será impossível não questionar a humanidade e o caminho percorrido até aos dias de hoje. Uma jornada de onde se extrapolam diferentes futuros possíveis.

Do individual ao coletivo, do micro ao macro, este espetáculo tem a intenção de aprofundar as mitologias que circundam a criação do mundo. Uma epopeia onde o tempo e o espaço se confundem, dando origem a uma sobreposição de acontecimentos reais e/ou ficcionais.
Através do resgate da mitologia africana e da sua mistura com mitos europeus, Cosmos projeta-se num horizonte afrofuturista, enquanto questiona se somos apenas frutos das histórias que nos contam. Todo o Griot carrega como destino não deixar morrer a sua história.

Conversa com artistas após o espetáculo
26 jun > dom, 16h
 
Sessão com interpretação em Língua Gestual Portuguesa
26 jun > dom, 16h
 
Sessão com Audiodescrição
3 jul > dom, 16h




 
 
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