Ricardo III

deWilliam Shakespeare
direção artísticaTónan Quito
15 out - 1 nov 2015
qua, 19h
qui - sáb, 21h 
dom, 16h
Sala Garrett
de William Shakespeare
tradução Rui Carvalho Homem
direção artística Tónan Quito
com António Fonseca, Márcia Breia, Miguel Loureiro, Miguel Moreira, Miguel Sobral Curado, Paulo Pinto, Raquel Castro, Romeu Runa, Sofia Marques, Teresa Sobral, Tónan Quito
elenco juvenil Carolina Cabrita, Leonor Cabrita, Maria Abreu, Mariana Rala, Nuno Represas, Tiago Carvalho 
interpretação musical ao vivo Gonçalo Marques (trompete), João Lopes Pereira, Joel Silva (percussão)
cenografia  F. Ribeiro 
figurinos José António Tenente 
desenho de luz Daniel Worm
música original Gonçalo Marques (trompete) e João Lopes Pereira (percussão) 
desenho de som Pedro Costa
assistência de encenação Filipa Matta
coordenação do elenco juvenil Luís Godinho
produção HomemBala
coprodução TNDM II, Centro Cultural Vila Flor, Stage One
residência artística Espaço Alkantara
apoio à tradução CETAPS, Faculdade de Letras da Universidade do Porto, FCT 
apoio Htecnic, Murganheira, Servilusa, Câmara Municipal de Lisboa, Quinta da Murta
M/12 
Ricardo ama Ricardo.
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Dois anos passados sobre a descoberta dos ossos de Ricardo III, antigo rei de Inglaterra, sob o alcatrão de um parque de estacionamento da cidade de Leicester, é o momento perfeito para fazer desenterrar a peça homónima de William Shakespeare, datada de 1592, que relata a mais maquiavélica subida ao trono de que há memória.

Ocupado pelo débil Eduardo IV, que cedo perde a vida, o trono de Inglaterra estava longe de se destinar a Ricardo. Precediam-no, na linha de sucessão, o irmão mais velho, Duque de Clarence, e o jovem sobrinho Eduardo, Príncipe de Gales, cuja guarda lhe havia sido confiada. Porém, para chegar à coroa, Ricardo experimenta um caminho carregado de pérfidos esquemas, minando a corte inglesa de falsidades e conduzindo os seus opositores à morte.

Com direção artística de Tónan Quito, o espetáculo oscila, paradoxalmente, entre o desprezo e o fascínio por este ardiloso ser. Ricardo III é o centro de si próprio, a explosão do eu: "Ricardo ama Ricardo, ou seja, eu sou eu”. E assim se vai seguindo, de morte em morte, de mentira em mentira. Seremos todos Ricardo? 

Fotografia de ensaios © Filipe Ferreira
Fotografia de ensaios © Filipe Ferreira
Fotografia de ensaios © Filipe Ferreira
Fotografia de ensaios © Filipe Ferreira
Fotografia de ensaios © Filipe Ferreira
Fotografia de ensaios © Filipe Ferreira
Fotografia de ensaios © Filipe Ferreira
Fotografia de ensaios © Filipe Ferreira
Fotografia de ensaios © Filipe Ferreira
Fotografia de ensaios © Filipe Ferreira
Fotografia de ensaios © Filipe Ferreira
Fotografia de ensaios © Filipe Ferreira
Fotografia de ensaios © Filipe Ferreira
Fotografia de ensaios © Filipe Ferreira
Fotografia de ensaios © Filipe Ferreira
Fotografia de ensaios © Filipe Ferreira
Fotografia de ensaios © Filipe Ferreira
Fotografia de ensaios © Filipe Ferreira
Fotografia de ensaios © Filipe Ferreira
Fotografia de ensaios © Filipe Ferreira
1/10