Stop Motion para Eadweard

deRicardo Cabaça
integrado noLugar do olhar
21 - 22 nov 2015
sáb, 21h30
dom, 16h30
Sala Estúdio
texto e encenação Ricardo Cabaça
com Daniela Rosado, Elisabete Pedreira, Nuno Bernardo
figurinos Marco Moreira
desenho de luz Alexandre Costa
paisagem sonora Rui Geada
vídeo Nuno Bernardo com assistência de Rui Geada
fotografia Rita Delille
assistência de encenação Fernando Serpa
operação de vídeo José Pedreira
produção executiva Pedro Azevedo
produção 33 Ânimos
coprodução Temps d'Images Lisboa/DuplaCena, TNDM IIapresentação no âmbito do Festival Temps D’Images Lisboa 2015
apoio Companhia Olga Roriz, Quinta da Boa Vista, Museu Nacional dos Coches, Zero
M/12
integrado no Lugar do Olhar
Provou que o cavalo corre com as quatro patas no ar. Inventou o zoopraxiscópio, instrumento com que deu movimento às imagens. Estudou os atletas, o que mais tarde inspirou Meyerhold na introdução da biomecânica no trabalho do ator. Eadweard Muybridge é um dos mais influentes fotógrafos ingleses do séc. XIX, cujo trabalho é sempre reconhecido, mas nunca a si associado.

Em Stop motion para Eadweard, espetáculo que cruza a linguagem do cinema com o teatro, a obra do artista é relembrada em simultâneo com notas da sua biografia. Um espetáculo para conhecer Eadweard que assassinou o amante da mulher. Eadweard que foi absolvido desse crime, considerado justo. Eadweard que abandonou o único filho. Mas também Eadweard que impulsionou a ciência em desenvolvimento na sua época e que, com tão poucos recursos, foi capaz de revolucionar o campo artístico da Imagem-Movimento. 

A obsessão, a repetição, o inóspito, o caos e o congelamento do tempo e das ações, são alguns dos temas trabalhados por este ser obstinado e certo do seu caminho. Stop motion para Eadweard é uma homenagem ao cinema, à fotografia e à vontade inóspita de um homem provar a sua arte e o seu nome.

Lugar do olhar
Este ano, o D. Maria II associou-se ao Festival Temps d’Images com a realização de um open call dirigido a jovens artistas na área das artes performativas que pretendessem apresentar, durante a edição de 2015, um trabalho em estreia que integrasse imagem em movimento. As candidaturas foram avaliadas por um júri composto por Jorge Salavisa, Tiago Rodrigues e António Câmara, que selecionou três projetos a apresentar na Sala Estúdio do D. Maria II.


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