Terra Nullius

criação e direção de projetoPaula Diogo
1 - 11 out 2020
qua a dom > 19h
Percurso exterior com término no D. Maria II
criação e direção de projeto Paula Diogo
texto e voz Paula Diogo
criação sonora João Bento
desenho de luz Daniel Worm
apoio à criação Alfredo Martins, Estelle Franco, Renato Linhares
apoio à dramaturgia Alex Cassal
espaço cénico FRAME Colectivo (Agapi Dimitriadou e Gabriela Salazar) e Elsa Mencagli (estagiária Erasmus +)
fotografia de cena João Tuna
revisão Ana Macedo
design gráfico Masako Hattori
apoio à comunicação Carlos Alves
produção executiva Vanda Cerejo
produção Má-Criação
coprodução Teatro Nacional D. Maria II
parceiros Arquipélago – Centro de Artes Contemporâneas, Citemor, Alkantara, Galeria Zé dos Bois
residência de coprodução O Espaço do Tempo
apoio à residência artística Companhia Olga Roriz

Trabalho desenvolvido como bolseira da Fundação Calouste Gulbenkian e Fundo Cultural da GDA.

Projeto financiado pela República Portuguesa – Cultura / DGArtes.

A Má-Criação é uma estrutura apoiada pela Câmara Municipal de Lisboa.

M/12

duração aprox. 1h

Um território que não pertence a ninguém.

Terra Nullius foi um termo criado pela lei internacional para definir territórios que não pertenciam a ninguém e por isso podiam ser ocupados. Ainda hoje existem territórios Terra Nullius como: Bir Tawill (uma faixa de terra entre o Egito e o Sudão), a Antártida, o mar internacional e a Lua. Mas Terra Nullius encerra também um significado poético. Uma ideia de território inexplorado, uma espécie de oásis de liberdade onde seria possível recomeçar e repensar a nossa ideia de sociedade.

Durante um ano, Paula Diogo esteve em Reiquejavique a desenvolver um projeto que tentava capturar uma ‘experiência do lugar’, cruzando-a com narrativas pessoais e coletivas. Como procedimento usou duas ações simples: caminhar e escrever. Nos dois últimos anos, TERRA NULLIUS iniciou a sua migração lenta da Islândia para Portugal, e chega agora ao D. Maria II em formato de audiocaminhada. Um projeto que transborda o espaço do teatro, ocupando a geografia urbana da cidade e o espaço virtual de discussão e pensamento.

O espetáculo inicia-se junto ao rio, a 400 metros do Lux Frágil, e termina no D. Maria II. Ponto de encontro aqui. 

Aconselha-se o uso de roupa e calçado confortáveis e disponibilidade para caminhar.

Tradução em inglês disponível, mediante reserva.

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