Antígona

encenação Mónica Garnel
texto Sófocles
7 mar 2020 - Rede Eunice Ageas ● Teatro Municipal de Portimão (PT)
14 mar 2020 - Rede Eunice Ageas ● Centro Cultural do Cartaxo (PT)
20 mar 2020 - Rede Eunice Ageas ● Centro de Artes do Espetáculo de Portalegre (PT)
27 mar 2020 - Rede Eunice Ageas ● Teatro Municipal de Bragança (PT)
encenação Mónica Garnel 
texto Sófocles 
com André Simões, Carolina Passos-Sousa, Diana Lara, Isaías Viveiros, João Grosso, Joana Pialgata, Laura Aguilar, Lúcia Maria, Manuel Coelho, Maurice, Paula Mora, Pedro Moldão e Pedro Russo
tradução Marta Várzeas 
música original Vitória 
cenografia e figurinos Marta Carreiras com captação de imagem de João Ferro Martins e edição de imagem de António MV 
desenho de luz Rui Monteiro 
sonoplastia e desenho de som João Diogo Pratas 
voz, piano e guitarra Vitória 
bateria Humberto J. Dias 
saxofone João Marques aka Johnny 
piano e guitarra baixo João Diogo Pratas 
apoio à dramaturgia Mónica Calle 
consultoria artística e assistência de encenação Inês Vaz 
assistente de cenografia, adereços e figurinos Mafalda Rodrigues, Tomas Serrano 
vídeo João Gambino 
produção TNDM II 

M/12

duração 1h55
Uma cidade que vai adoecendo e um conflito que vai aumentando.

Antígona por Mónica Garnel, um texto fundador por uma artista carismática. A partir de uma cidade que vai adoecendo, a atriz e encenadora propõe um espetáculo que procura a vertigem à medida que o conflito sobe. Às medidas impostas tendo em vista o bem e a proteção da cidade, opõe-se a voz discordante de Antígona, refletindo a tensão entre os direitos humanos e os direitos do poder instituído. O que é afinal a justiça? Às questões intemporais que o texto levanta, Garnel acresce outras, igualmente decisivas: "Interessa-me tratar este clássico na sua atualidade, por um lado, e na sua humanidade, por outro. Vejo aqui, nesta possibilidade de interrogar o carácter humano, a âncora e âmago deste espetáculo, suportado no trabalho dos atores, aos quais se coloca o desafio de retratarem e atualizaram estas personagens arquetípicas, explorando as suas contradições, dúvidas e ímpetos, num conflito que nos atira para uma escuridão que, por fim, nos poderá, talvez, iluminar.”