O Cerejal

texto Anton Tchékhov
encenação Tiago Rodrigues
6 - 17 jul 2021 - Festival d'Avignon, Avignon (FR)
texto Anton Tchekhov
encenação Tiago Rodrigues
tradução André Markowicz e Françoise Morvan
com Adama Diop, Alex Descas, Alison Valence, David Geselson, Gregoire Monsaingeon, Isabel Abreu, Isabelle Huppert, Marcel Bozonnet, Nadim Ahmed, Océane Cairaty, Suzanne Aubert, Tom Adjibi e Hélder Goncalves e Manuela Azevedo (música)
música Hélder Goncalves (composição), Tiago Rodrigues (letras)
cenografia Fernando Ribeiro
figurinos José António Tenente
luz Nuno Meira
som Pedro Costa
colaboração artística Magda Bizarro
assistência de encenação Ilyas Mettioui
construção de cenário Ateliers do Festival d’Avignon
confeção de figurinos Ateliers do Théâtre National Populaire
produção Festival d’Avignon
coprodução Teatro Nacional D. Maria II, Odéon-Théâtre de l’Europe, Théâtre National Populaire de Villeurbanne, Comédie de Genève, La Coursive, scène nationale de la Rochelle, Wiener Festwochen, Comédie de Clermont Ferrand, Théâtre de Liège, National Taichung Theater, Teatro di Napoli – Teatro Nazionale e Fondazione Campania Dei Festival – Compania Teatro Festival
residêcia La FabricA do Festival d’Avignon e Odéon – Théâtre de l’Europe

duração 2h30 (aprox.)
A inexorável força da mudança

Tiago Rodrigues regressa ao Festival d’Avignon levando consigo O Cerejal, de Anton Tchékhov. Ora tragédia ora comédia, ora nostalgia ora esperança, ora fim ora futuro, esta peça propõe um encontro com a nossa própria existência refletida numa família e nos seus satélites, um grupo humano em crise. E se a história deste clã aristocrático, cuja propriedade é comprada pelo filho de um antigo servo, é muitas vezes lida como uma reflexão sobre o fim, Tiago Rodrigues vê nela a inexorável força da mudança. Apresentar, hoje, O Cerejal é falar do que acontece pela primeira vez. É falar de um tempo em que ocorre uma mutação social ainda invisível, mas profunda, um tempo vivido por personagens que não perceberam ainda que o que lhes parece excecional é apenas a nova normalidade. É falar sobre um tempo histórico inédito. É falar sobre as dores e as esperanças de um mundo novo que ainda ninguém compreende inteiramente. É falar sobre nós.
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