Tartufo

de Molière
encenação Tónan Quito
30 jun - 2 jul 2022 - Teatro Nacional S. João / Teatro Carlos Alberto, Porto (PT)
7 - 9 jul 2022 - Salón Teatro, Santiago de Compostela (ES)
15 - 16 jul 2022 - Les Célestins – Théâtre De Lyon (FR)
texto Moliére
direção Tónan Quito
tradução Manuel João Gomes
com Bernardo Santo Tirso, Carlos Correia, Carolina Parreira, Haïthouni Hamada João Maria Fialho, Marcos Fernández, Romane Buunk, Yaiza Portela
dramaturgia e assistente de encenação Diego Chamizo Mora
cenografia Carlota González, María Torres Piñeiro
figurinos Hercule Bourgeat
desenho de luz Lucien Laborderie
sonoplastia e apoio ao desenho de luz Afonso Lemos
produção Miguel Mendes
direção de cena Rita Pessoa
parceiros Teatro Nacional D. Maria II, Axencia Galega Das Industrias Culturais / Centro Dramático Galego, Teatro Nacional S. João, Les Célestins – Théâtre De Lyon, Consellería de Educación, Formación Profesional e Universidade / Escola Superior de Arte Dramática de Galicia, Instituto Politécnico do Porto / Escola Superior de Música, Artes e Espetáculo, Instituto Politécnico de Lisboa / Escola Superior de Teatro e Cinema, École Nationale Supérieure Des Arts et Techniques du Théâtre
apoio Institut français à Paris (no âmbito do programa Relance Export), Institut français du Portugal, Embaixada de França

Projeto financiado pelo programa europeu Erasmus+ K2 
 
M/12 
Foi com o objetivo de criticar todos os hipócritas da sua época que Molière escreveu Tartufo. A primeira versão desta comédia apareceu em 1664, provocando uma tal reação por parte da igreja e dos tribunais franceses, que acabaria por ser censurada. Só em 1669 é que viria a conhecer a sua versão final. Nesta peça, Molière faz uso da necessidade que uma burguesia em ascensão tinha de se afirmar, para criticar a sociedade do seu tempo através de uma personagem hipócrita, mentirosa, manipuladora, sedutora em obter benefícios próprios.

Que tempo era esse e que tempo é este, em que vivemos agora? Continuando o nosso dia a dia repleto de hipocrisia, esta é uma renovada oportunidade para encenar as palavras de Molière, uma das grandes referências do teatro europeu, para, assim, refletir sobre a atualidade. Nas palavras do autor: "A hipocrisia é, para o Estado, um vício bem mais perigoso que todos os outros”.
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