Lear

uma criaçãoTeatro da Didascália / Teatro do Bolhão
encenaçãoBruno Martins
17 fev 2023 | Teatro-Cinema Fafe
2 mar 2023 | Cine-Teatro Garrett (Póvoa de Varzim)
10 mar 2023 | Cine-teatro João Verde (Monção)
texto William Shakespeare
encenação Bruno Martins
com Ana Fonseca, Anabela Sousa, António Capelo, Eduardo Breda, Inês Garcia, João Figueiredo, João Paulo Costa, Matilde Cancelliere, Paulo Calatré, Pedro Couto 
dramaturgia António Capelo, Bruno Martins
cenografia Catarina Barros
figurinos Cátia Barros
desenho de luz Valter Alves
composição e direção musical Tiago Manuel Soares
assistência de encenação Cláudia Berkeley, Hélia Martins
direção técnica Pedro Vieira de Carvalho 
direção técnica Pedro Vieira de Carvalho
mestre costureira Maria da Glória Costa
produção executiva Rosa Bessa
comunicação Nuno Matos
direção de produção Glória Cheio, Raquel Passos
coprodução Teatro da Didascália, Teatro do Bolhão, Teatro Nacional D. Maria II, Casa das Artes de Famalicão
 

M/12
Em Lear, de William Shakespeare, há um fim à vista e o rei tenta livrar-se do peso da gestão do reino, enquanto procura abrigo junto das filhas, as herdeiras. Por um lado, a urgência na continuidade de um legado – o reino. Por outro, a necessidade de cuidados e proteção – a velhice.

Nesta montagem da peça, lado a lado e cúmplices, estão António Capelo e Bruno Martins. O primeiro, ator, fundador e diretor da escola de teatro e companhia do Porto, e aqui Rei Lear. O segundo, ex-aluno, se quisermos... antigo aprendiz, ator e diretor-artista da companhia de Famalicão, e aqui encenador da peça.

Pela sala de aula do ator e professor António Capelo, passaram, ao longo de trinta e dois anos de escola, centenas de artistas que povoam atualmente o panorama português e outros tantos que seguiram caminhos diferentes, mas para quem a escola de teatro foi um ponto de viragem nas suas vidas.

A sala de uma aula de interpretação é uma lupa gigante. Os olhos do professor observam por detrás dessa lupa e cada gesto assume uma amplitude que desconhecíamos. É preciso voltar ao início e reaprender a andar, a falar, a simplesmente, estar. O professor de teatro transforma-se então numa espécie de mestre, de guia para a compreensão desse novo mundo que é o lugar de onde nos observam.

É chegada a hora de o aprendiz guiar o mestre por esse terreno acidentado que é a personagem Rei Lear, tal como o fiel servidor Kent guiou, no meio da tempestade, o seu amo Lear.

Pode uma aula de teatro transformar-se numa tragédia?
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