Quem és tu? — Um teatro nacional a olhar para o país

 

produção Teatro Nacional D. Maria II
investigação e curadoria Tiago Bartolomeu Costa
museografia e concepção gráfica José Dias Design
apoio à investigação André Samora Pitta
produção executiva Patrícia Romão (Teatro Nacional D. Maria II)
inventariação, preparação e produção Aldina Jesus, Célia Garcez, João Pinto, Paula Miranda, Ricardo Cabaça, Rita Carpinha, Sílvia Galinha, Vera Azevedo (Teatro Nacional D. Maria II), Ana Sofia Patrão, Carolina Santana, Cesaltina Silva, Fátima Branco, Helena Santos, Isabel Cartaxo, Mariana Pinto, Manuela Gomes dos Santos, Paulo Ribeiro Baptista (Museu Nacional do Teatro e da Dança)
digitalização RFS - Telecomunicações Lda., Scansystem Portugal
edição de vídeo André Carrilho (Teatro Nacional D. Maria II)
legendagem dos filmes de Delphine Seyrig Olho de Boi
montagem José Dias Design, Museu Nacional do Teatro e da Dança, Teatro Nacional D. Maria II
produção e impressão de painéis expositivos Porto Design
restauro de documentos Traça Pombalina
parceiros Odisseia Nacional | Exposição Comissão Comemorativa dos 50 anos do 25 de Abril e Museu Nacional do Teatro e da Dança
parceiros municipais Direção Regional de Cultura do Alentejo, Câmara Municipal de Évora, Biblioteca Pública de Évora
apoio à exposição Universidade de Évora
 
M/6  
A concessão do Teatro Nacional D. Maria II à Companhia Rey Colaço-Robles Monteiro acompanhou 45 dos 48 anos da ditadura do Estado Novo. Só a revolução levaria ao fim do contrato, em 1974.
 
Nesse período, o teatro português desenvolveu-se, afirmou-se e definiu-se na relação com o regime.
 
Recuperando a relação da companhia Rey Colaço-Robles Monteiro com o território nacional esta exposição estabelece ligações entre a prática artística e o seu contexto político e social, sublinhando relações entre os espetáculos apresentados e as diferentes camadas de representação (do país, da sociedade, do teatro e dos regimes políticos), potenciando a perceção pública de uma certa ideia de (e para o) teatro nacional, tanto enquanto edifício, como na sua missão. 
 
Através de linhas temáticas comuns, são estabelecidas relações entre espetáculos distintos, propondo leituras que aprofundem a prática artística e a implementação de políticas, num trabalho que identifica princípios de resistência, mas também de participação nas atividades e ações do regime. 
 
A partir de materiais documentais – figurinos e trajes, fotografias, registos sonoros e audiovisuais, programas, objetos de cena, imprensa –, produz-se um comentário crítico à história social e política que o país construiu, observando a permeabilidade e a resistência do teatro a essas realidades.
©️Filipe Ferreira


30 set - 21 out 2023
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